Chile. Ex-provincial jesuíta, acusado de abusos sexuais, é demitido do estado clerical

Ricardo Ezzati e Eugenio Valenzuela. Foto: Roberto Bravo Vidal| Flickr

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • ​Economista e jesuíta francês ministra videoconferência nesta terça-feira, 28-04-2026, em evento promovido pela Comissão para Ecologia Integral e Mineração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com Instituto Humanitas Unisinos – IHU

    Gaël Giraud no IHU: Reabilitar os bens comuns é uma resposta política, social, jurídica e espiritual às crises ecológicas e das democracias

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

29 Novembro 2019

A Companhia de Jesus, no Chile, confirmou que recebeu o decreto de demissão do estado clerical e dos votos religiosos de Eugenio Valenzuela. A demissão foi solicitada por ele mesmo.

Eugenio Valenzuela foi provincial dos jesuítas chilenos entre 2008 e 2013.

A informação é publicada por Cooperativa.cl, 28-11-2019.

Valenzuela é acusado de cometer abusos sexuais em diversos colégios da ordem.

Na comunicação dos jesuítas chilenos publicada pela imprensa, a congregação “reconhece a existência de situações abusivas contra maiores de idade” por parte do ex-provincial.

Entre as situações abusivas descritas pelo superior geral da Companhia de Jesus, dizem relação com “abusos de consciência e de poder, desenvolvendo dependência excessivas que limitam a liberdade das pessoas acompanhadas ou dos jesuítas em formação que estiveram sob sua responsabilidade, como também transgressões no plano sexual, tais como beijos e abraços no contexto do seu serviço pastoral”.

“Como Companhia de Jesus reconhecemos que os testemunhos das vítimas e de outras pessoas nos permitiram abrir os olhos a estas situações abusivas. Nos colocamos em contato com os denunciantes e as vítimas para iniciar caminhos de reparação que ajudem no processo de cura que este caso pede”, acrescenta a Companhia de Jesus.

Leia mais