Igreja boliviana diz que a lei sobre o TIPNIS é uma colonização

Fonte: Iglesia Viva

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

19 Agosto 2017

Dom Aurelio Pesoa, secretário geral da Conferência Episcopal Boliviana (CEB), manifestou que a lei que anula a intangibilidade do Território Indígena Parque Nacional Isiboro Secure (TIPNIS) é uma colonização e que não é contra o desenvolvimento das comunidades indígenas, mas considera que a atual estrada não está a serviço de tal desenvolvimento.

A reportagem é publicada por Iglesia Viva, 17-08-2017. A tradução é do Cepat.

Nova lei sobre o TIPNIS

É preciso chamar o que está acontecendo com a lei promulgada recentemente, que anula a Lei 180, que declarava a intangibilidade desse território, pelo seu nome: é uma colonização.

Deve ser chamado assim, já que a estrada programada, em seu atual desenho, não está a serviço das necessidades de desenvolvimento das comunidades originárias do lugar. É uma estrada que corresponde aos interesses econômicos de diversas índoles, interesses de fora do território das comunidades indígenas do lugar.

Não se trata de uma estrada que o TIPNIS necessita para o seu desenvolvimento integral. Como Igreja não somos contra o desenvolvimento das comunidades indígenas, como se disse, mas, ao contrário, esse desenvolvimento deve ser programado pelas próprias comunidades de acordo com suas próprias necessidades. O TIPNIS, conforme expressaram suas comunidades e os técnicos que estudaram o assunto, precisa melhorar suas vias de comunicação, também o acesso à educação e à saúde, a saída de seus produtos, mas o atual desenho da estrada não está a serviço deste desenvolvimento.

Leia mais