Assassinado Nelson García, companheiro de militância de Berta Cáceres

Mais Lidos

  • Conhecer Jesus. Artigo de Eduardo Hoornaert

    LER MAIS
  • Freira de 82 anos é morta em convento brasileiro

    LER MAIS
  • Para o pesquisador e membro do coletivo Aceleracionismo Amazônico, é necessário repensar radicalmente as possibilidades políticas tributárias de um paradigma prenhe de vícios modernos

    Pensar de modo abolicionista produz uma ética da generosidade. Entrevista especial com Bräulio Marques Rodrigues

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: André | 17 Março 2016

O Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas de Honduras (Copinh), organismo que era liderado pela assassinada ativista Berta Cáceres, denunciou o assassinato de outro de seus dirigentes na terça-feira.

A reportagem é publicada por BBC Mundo, 16-03-2016. A tradução é de André Langer.

De acordo com informações publicadas no Facebook da Copinh em Intibucá, Nelson Noé García foi morto a tiros “por duas pessoas desconhecidas”.

“Lamentamos ter que informar que o companheiro Nelson García foi assassinado quando chegava na casa da sua sogra para almoçar, após ter ajudado durante toda a manhã a retirar os pertences das famílias expulsas da comunidade de Rio Chiquito”, notificou a organização através do comunicado.

“O assassinato ocorreu no contexto da desocupação efetuada contra a comunidade de Rio Chiquito (...) na qual aproximadamente 100 policiais, 20 efetivos da polícia militar, 10 do Exército e vários da DGIC invadiram o território recuperado por 150 famílias”, explicou a Copinh, assegurando que foram utilizados tratores e máquinas pesadas para realizar o desalojamento.

Versões desencontradas

No entanto, a Polícia Nacional, através da Secretaria de Segurança, garantiu que desocupação aconteceu “de maneira pacífica, após haver um diálogo com os dirigentes” e que “a morte violenta” de García ocorreu por volta das 11h30, em outro bairro e município e “não guarda nenhuma relação com a desocupação realizada na aldeia Tilapia.

“Em um caso completamente isolado, a lamentável morte do senhor Nelson García se deu após ser atacado por dois desconhecidos quando saía de sua casa situada a cerca de 20 quilômetros do lugar onde ocorreu a desocupação”.