Além de sofrerem com furacão Beryl, EUA “torram” com calor extremo

Foto: Sardar Faizan | Unsplash

Mais Lidos

  • “Jesus de Nazaré era uma pessoa vulnerável e frágil, não um herói, mas sim um fracasso”. Entrevista com Juan José Tamayo, teólogo

    LER MAIS
  • Sinais vitais do planeta estão em alerta máximo, diz novo relatório

    LER MAIS
  • Relação entre ministros e elites econômicas “não é tolerável do ponto de vista republicano”, diz doutora em Ciência Política

    Crise do STF e disputa eleitoral: “antipetismo funciona como aglutinador de diferentes grupos em torno da família Bolsonaro”. Entrevista especial com Mayra Goulart

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

10 Julho 2024

Furacão deixou mais de 2,2 milhões de residências e negócios sem eletricidade, o que aumenta os riscos à saúde devido à exposição a temperaturas elevadas.

A informação é publicada por ClimaInfo, 10-07-2024.

Dois eventos climáticos extremos simultâneos atingem os moradores do Texas, nos Estados Unidos. Enquanto o furacão Beryl varre o estado e afeta o fornecimento elétrico para 2,2 milhões de residências e empresas, uma onda de calor atinge o oeste estadunidense e eleva a temperatura a 40ºC.

Segundo a CNN, o abastecimento total de eletricidade pode demorar semanas para retornar. Sem sistemas de ar-condicionado, idosos e outros grupos vulneráveis podem sofrer com problemas devido às temperaturas elevadas. Assim como pessoas que trabalham ao ar livre.

O Beryl deixou um rastro de destruição desde que se formou, no início do mês. Onze pessoas morreram na Jamaica, Granada e São Vicente e Granadinas, lembra o Guardian, e oito pessoas no Texas e no Alabama, reporta a BBC. Aeroportos foram fechados, mais de 1.000 voos foram afetados e petroleiras tiveram de interromper suas operações.

O furacão perde força à medida que avança sobre o continente. Mas, ainda assim, deve causar tempestades e pode criar condições favoráveis ao surgimento de tornados em estados como Indiana, Ohio e Kentucky, dizem a Reuters e Al Jazeera.

No Oregon, autoridades investigam se quatro mortes estão ligadas à onda de calor, três das quais de pessoas idosas. E no Vale da Morte, na Califórnia, apesar de um motociclista ter morrido, turistas têm se aventurado para registrar a presença no local em meio à onda de calor, diz a AP.

Além da parte oeste, outras regiões dos Estados Unidos estão em estado de alerta devido ao aumento das temperaturas, que pode atingir cerca de 146 milhões de pessoas. Na 2ª feira (8/7), 73 grandes incêndios florestais foram registrados no país, conta o Guardian.

CNN, New York Times, ABC e Washington Post também repercutiram os efeitos das altas temperaturas no país.

Leia mais