Pesquisa mostra como evangélicos estadunidenses aderiam à fé

Foto: Vatican Media

Mais Lidos

  • Centenas de aeronaves americanas prontas para atacar. Forças russas e chinesas estão realizando exercícios com Teerã

    LER MAIS
  • Pesquisadora e autora do livro Capitalismo Gore, lançado recentemente no Brasil, analisa como a violência contra minorias políticas resulta de um embaralhamento entre patriarcado e lucratividade midiática que transforma líderes extremistas em chefes de estado

    O desafio de transcender o ódio, combustível da extrema-direita, para superar a teocracia midiática. Entrevista especial com Sayak Valencia

    LER MAIS
  • O que é o Conselho da Paz, que será inaugurado amanhã por Donald Trump, e quem participa dele?

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

05 Março 2024

Pesquisa da Gray Matter Research e Infinity Concepts, que ouviu 1,1 mil protestantes evangélicos nos Estados Unidos, concluiu que 72% dos entrevistados e entrevistadas chegaram à fé antes dos 18 anos de idade. Evangélicos e evangélicas que aceitaram a fé durante a infância (45%) não se lembram, contudo, um momento específico em que tomaram a decisão pelo cristianismo; 13% disseram que foi um processo gradual.

A reportagem é de Edelberto Behs.

“A jornada espiritual: como os evangélicos chegam à fé” constatou que 15% dos entrevistados e entrevistadas adotaram pela primeira vez uma visão de mundo evangélica entre os 18 e 29 anos de vida, outros 6% estavam na faixa etária dos 30 aos 39 anos, e 6% aceitaram a fé evangélica depois dos 40 anos de idade. Mas 67% disseram que abraçaram a fé na infância e adolescência.

Quase a metade (45%) dos evangélicos e evangélicas pesquisadas que aceitaram a fé durante a infância identificaram, como a “maior influência” recebida, os pais (28%), seguida da igreja (16%) e “outros membros da família” (11%); 91% dos evangélicos e evangélicas que colocam sua fé no centro de suas vida oram diariamente, em comparação com os 76% que consideram sua fé menos importante.

Analisando os dados para o portal The Christian Post, o CEO da Infinity Concepts, Mark Dreistadt, minimizou o destaque da tendência de evangelistas em identificar a salvação “de maneiras que fazem parecer que qualquer verdadeiro crente deve ter tido um momento decisivo em suas vidas”.

Leia mais