Campanha global pede fim do massacre em Gaza

Foto: El Baba | UNICEF

Mais Lidos

  • “Muitos homens pensam que perder a dominação sobre as mulheres é uma perda da sua própria masculinidade, o que não é verdade. Um homem pode ser homem, ter seus valores e nem por isso precisa dominar mulheres, crianças ou pessoas de outras etnias”, diz a socióloga

    Feminicídio: “A noção de propriedade é profunda”. Entrevista especial com Eva Alterman Blay

    LER MAIS
  • Trump enfrenta uma guerra mais longa do que o esperado no Irã, com problemas no fornecimento de munição e armas

    LER MAIS
  • “É fundamental não olharmos apenas para os casos que chocam pela brutalidade, mas também para as violências cotidianas que atingem mulheres e meninas, que muitas vezes são naturalizadas e invisibilizadas”, adverte a assistente social

    Combate à violência contra as mulheres: “Essa luta ainda é urgente”. Entrevista especial com Cristiani Gentil Ricordi

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

12 Janeiro 2024

O Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC) está incentivando a adesão ao Dia de Ação Global em Solidariedade ao Povo Palestino, que será lembrado no sábado, 13 de janeiro. A ação é liderada por organizações do Reino Unido.

A reportagem é de Edelberto Behs.

Pessoas de diferentes tradições de fé que não aceitam o genocídio palestino são chamadas a expressarem seu clamor para que o massacre acabe em Gaza. Elas são convidadas a gravar um vídeo apresentando-se, informando sua pertença religiosa, com o pedido: “Cessem o genocídio do Povo Palestino”. 

Gravado o vídeo, o pedido é que ele suba para as redes sociais de quem o gravou, utilizando as hashtags #CessemOGenocídio e #ApartheidNuncaMais.

Leia mais