Centro agroecológico completa 45 anos de apoio à agricultura familiar

Foto: Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (Capa)

Mais Lidos

  • O Brasil que a República não quis construir. Entrevista com Ivanir dos Santos

    LER MAIS
  • Dos turbantes aos uniformes militares: quem está no comando no Irã e por que Trump está errado

    LER MAIS
  • A catolização de Jesus de Nazaré: uma febre que mata. Artigo de Daniel Luiz Medeiros

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

23 Mai 2023

O Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (Capa), organização da sociedade civil integrado à Fundação Luterana de Diaconia e vinculado à Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, completou 45 anos de existência no dia 18 de maio.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista. 

Criado em 1978, o Centro, que inicialmente se chamava Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor, iniciou suas atividades no ano seguinte, em Santa Rosa. Atualmente, ele está presente em 88 localidades, dividias em cinco regiões, nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e no Paraná

O Capa surgiu no momento em que famílias de agricultores eram expulsas do campo pelo modelo de desenvolvimento conhecido por “Revolução Verde” – um pacote de modernização baseada na produção agrícola em grande escala, introduzindo a mecanização da agricultora e o uso intensivo de agrotóxicos

O Centro, ao contrário, procura estimular a agroecologia e a agroindustrialização, com base na cooperação. Promove cursos de capacitação e de saúde comunitária, assim que despontem como sinais de que o meio rural pode ser um espaço de vida saudável e de realização econômica. Ele enfatiza o associativismo, a solidariedade, a sustentabilidade e o respeito ao meio ambiente

Por meio dessa atuação, o Capa assessora produtores em seus territórios, da agricultura familiar às comunidades indígenas, quilombos e comunidades tradicionais. Incentiva a comercialização de produtos agroecológicos em feiras da agricultura familiar, assim que possibilita o fortalecimento e ampliação de iniciativas de comércio justo e solidário.

Leia mais