Sínodo dos bispos com uma "participação alargada": cardeais Hollerich e Grech, "as mudanças não são uma revolução, continuará sendo o Sínodo dos Bispos"

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27 Abril 2023

“Não é uma revolução: os 70 novos membros são 21% da assembleia, que continua plenariamente uma assembleia dos bispos, com certa participação de não bispos”. A explicação é do card. Jean-Claude Hollerich, arcebispo de Luxemburgo e relator geral da XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, sobre as novidades introduzidas pelo Papa na assembleia sinodal.

A informação é publicada por Agência SIR, 26-04-2023. A tradução é de Luisa Rabolini.

“Caberá às assembleias continentais propor 20 nomes, e o Papa poderá escolher 10 de cada continente e da Conferência dos Patriarcas do Oriente Médio”, especificou o cardeal: “Seria bom se entre estes 70, metade fossem mulheres e que tivesse jovens, para que a Igreja seja bem representada”.

Outra novidade, ressaltou Hollerich, é a presença no Sínodo também de bispos que não têm nenhuma Conferência Episcopal, como Luxemburgo: “Até agora essas Igrejas não foram representadas, desta vez poderão enviar um membro ao Sínodo. A Igreja estará mais completa neste Sínodo e será uma alegria ter toda a Igreja reunida em Roma para o Sínodo”.

"O espaço na tenda está se alargando", observou o card. Mario Grech, secretário geral da Secretaria Geral do Sínodo: “Com a decisão do Santo Padre, o Sínodo continuará sendo um Sínodo dos bispos, mas haverá uma participação alargada. A participação dos novos membros não só garante o diálogo que existe entre a profecia do povo de Deus e o discernimento dos pastores - a circularidade posta em ato ao longo do processo sinodal - mas garante a memória: os novos membros são testemunhas da memória, do processo sinodal, do itinerário de discernimento iniciado dois anos atrás. Esperamos que as mudanças introduzidas pelo Santo Padre possam enriquecer não tanto o Sínodo, cuja natureza não é afetada porque continuará sendo o Sínodo dos Bispos, mas toda a Igreja”.

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