Comunidades indígenas recebem cestas básicas

Foto: MST/RS

Mais Lidos

  • O Papa Leão XIV faz um pedido de desculpas histórico pelo papel da Santa Sé na legitimação da escravidão

    LER MAIS
  • Pesquisadores comentam a primeira encíclica de Leão XIV

    Magnifica Humanitas. Limites, possibilidades, perspectivas. Algumas análises

    LER MAIS
  • Primeira encíclica do Papa Leão XIV reforça o conceito de dignidade ontológica absoluta, denuncia a não neutralidade tecnológica e concentração privada do poder digital e chega a um público que os documentos jurídicos não alcançam, diz advogado e pesquisador da área do Direito

    Magnifica Humanitas: “Uma leitura que nenhum documento governamental teria facilidade de fazer com franqueza”. Entrevista especial com Marcelo Chiavassa

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

10 Julho 2020

A organização de ajuda humanitária ACT Aliança, vinculada ao Conselho Mundial de Igrejas (CMI), adquiriu, através da Coordenadoria Ecumênica de Serviço (Cese), sua parceira no Brasil, 3.269 cestas básicas que foram distribuídas para 41 comunidades indígenas do Amazonas, Acre, Maranhão, Rondônia, Pará, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

A reportagem é de Edelberto Behs, jornalista.

Alimentos, produtos de higiene e álcool em gel são itens que integram as cestas básicas. Outras 900 cestas ainda serão adquiridas e distribuídas. Vulnerabilidades sociais e econômicas e a histórica violação do direito às terras ancestrais colocam povos indígenas na mira do covid-19, denuncia o portal da Cese.

Dados oficiais da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai), do Ministério da Saúde, registravam, em 4 de julho, a morte de 171 indígenas e 7.598 infectados pelo coronavírus. Já o Comitê Nacional pela Vida e Memória Indígena contabilizou, no dia 5 julho, outros números: 426 mortes e 11.385 contaminações, atingindo 124 povos.

A nota da Cese assinala que “um dos grandes fatores para a contaminação é o contato criminoso crescente com não indígenas (como garimpeiros), que invadem as terras dos povos originários”. Lembra, também, que o desmatamento da Amazônia em abril foi o maior dos últimos dez anos, com um aumento de 171% em relação ao mês de abril de 2019.

Leia mais