Cisjordânia. Pietro Parolin se reuniu com embaixadores dos EUA e Israel para expressar as preocupações da Santa Sé sobre ações unilaterais

Menino e soldado em frente ao muro israelense (Foto: Wikimedia Commons)

Mais Lidos

  • Observando em perspectiva crítica, o que está em jogo no aceleracionismo é quem define o ritmo das questões sociais, políticas e ambientais

    Aceleracionismo: a questão central do poder é a disputa de ritmos. Entrevista especial com Matheus Castelo Branco Dias

    LER MAIS
  • Em decisão histórica, Senado rejeita nome de Messias ao STF

    LER MAIS
  • Entre a soberania, o neoextrativismo e as eleições 2026: o impasse do Brasil na geopolítica das terras raras. Artigo de Sérgio Botton Barcellos

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Julho 2020

O Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado, se reúne com os Embaixadores dos Estados Unidos da América e do Estado de Israel para expressar a preocupação da Santa Sé sobre possíveis ações unilaterais.

A informação é da Sala de Imprensa da Santa Sé, 30-06-2020. A tradução é de Luisa Rabolini.

Na terça-feira, 30 de junho, 2020, Sua Eminência o cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado, se reuniu com os Embaixadores dos Estados Unidos da América e do Estado de Israel para expressar a preocupação da Santa Sé sobre possíveis ações unilaterais que poderiam comprometer ainda mais a busca de paz entre Israelenses e Palestinos e a delicada situação no Oriente Médio.

Foto: Deutsche Welle

Como já declarado em 20 de novembro de 2019 e 20 de maio de 2020, a Santa Sé reitera que o Estado de Israel e o Estado da Palestina têm o direito de existir e viver em paz e segurança, dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas. Portanto, faz um apelo às Partes que procurem reabrir o caminho da negociação direta, com base nas relevantes resoluções das Nações Unidas, facilitada por medidas que sirvam para restabelecer a confiança mútua e tenham "a coragem de dizer sim ao encontro e não ao confronto; sim ao diálogo e não à violência; sim à negociação e não às hostilidades; sim ao respeito dos acordos e não às provocações; sim à sinceridade e não à ambiguidade" (Papa Francisco, Invocação pela paz na Terra Santa, Jardins do Vaticano, 8 de junho de 2014).

Leia mais