A tragédia de Campinas e a suspensão do Estatuto do Desarmamento. Nada muda, segundo Onyx Lorenzoni

Onyx Lorenzoni | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mais Lidos

  • Zohran Mamdani está reescrevendo as regras políticas em torno do apoio a Israel. Artigo de Kenneth Roth

    LER MAIS
  • Os algoritmos ampliam a desigualdade: as redes sociais determinam a polarização política

    LER MAIS
  • “Os discursos dos feminismos ecoterritoriais questionam uma estrutura de poder na qual não se quer tocar”. Entrevista com Yayo Herrero

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

12 Dezembro 2018

Com a suspensão do estatuto do desarmamento, se teme que episódios muito comuns nos Estados Unidos, como massacres levados a cabo por atiradores, possam se tornar mais frequentes no Brasil. Vimos uma amostra do que pode acontecer ontem. Em Campinas, um homem armado entrou na Catedral Metropolitana e atirou contra oito pessoas que rezavam no local. Quatro não resistiram aos ferimentos.

A informação é publicada por Outra Saúde, 12-12-2018.

Euler Fernando Grandolpho se matou assim que os policiais entraram na igreja. O homem de 49 anos estava desempregado, morava com o pai, sofria de depressão e, segundo vizinhos, era agressivo e tinha posse de arma. Um perfil, ao que parece, que tem vários pontos de contato com o de autores de atentados assim.

Mas o futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou ontem que o ataque não muda a disposição do novo governo em liberar as armas. Para ele, “são coisas completamente diferentes” episódios do tipo e armamento da população.

Leia mais