Lava-jato pode atrasar Belo Monte

Mais Lidos

  • Trump tem dado um apoio muito forte à eleição de governos de extrema-direita e está também chantageando o Brasil, alerta a jornalista

    Eleições 2026 em xeque pelo fascismo americano: os vermes da extrema-direita e sua ameaça constante à democracia. Entrevista especial com Cristina Serra

    LER MAIS
  • Como seria o país de Flávio Bolsonaro. Artigo de Luís Nassif

    LER MAIS
  • “É mais fácil gerar consenso social contra o corpo trans ou migrante do que contra a destruição da biosfera”. Entrevista com Paul Preciado

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

16 Janeiro 2015

As consequências financeiras da Operação Lava-Jato para algumas construtoras aumentam o risco de não cumprimento do cronograma da hidrelétrica de Belo Monte, principal projeto de geração de energia do país, orçado em R$ 30 bilhões.

A informação consta de reportagem publicada pelo jornal Valor, 16-01-2015.

Previsto para entrar em operação fevereiro, a usina já está atrasada em um ano. A OAS, que enfrenta dificuldades financeiras decorrentes da Lava Jato, tem 11,50% do Consórcio Construtor Belo Monte - CCBM. Outras duas empresas que compõem o consórcio e são investigadas pela Lava Jato, a Queiroz Galvão e a Galvão Engenharia, tiveram os ratins rebaixados esta semana.