Elon Musk: As pessoas devem trabalhar até 100 horas por semana para “mudar o mundo”

Foto: Pixabay

Mais Lidos

  • Em vez de as transformações tecnológicas trazerem mais liberdade aos humanos, colocou-os em uma situação de precarização radical do trabalho e adoecimento psicológico

    Tecnofascismo: do rádio de pilha nazista às redes antissociais, a monstruosa transformação humana. Entrevista especial com Vinício Carrilho Martinez

    LER MAIS
  • A Espiritualidade do Advento. Artigo de Alvim Aran

    LER MAIS
  • Desatai o futuro! Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS

Revista ihu on-line

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Entre códigos e consciência: desafios da IA

Edição: 555

Leia mais

28 Novembro 2018

O fundador da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, estima que os trabalhadores devem dedicar entre 80 e 100 horas por semana para “mudar o mundo”.

A reportagem é publicada por RT, 27-11-2018. A tradução é de André Langer.

O empresário admitiu essa carga de trabalho durante uma conversa que manteve pelo Twitter, em que reconheceu que existem “locais de trabalho muito mais fáceis” no mundo, mas indicou que “ninguém conseguiu mudar o mundo com 40 horas de trabalho por semana”.

Além disso, Musk destacou que “o nível de dor aumenta de maneira exponencial a partir das 80 [horas]”.

A Tesla já foi acusada de sobrecarregar os trabalhadores de sua fábrica para manter seu plano de produção de carros elétricos.

Na verdade, quando este ano a empresa teve problemas em atingir suas metas com seu carro Model 3, a agência Bloomberg informou que seus funcionários trabalhavam de 12 a 16 horas por dia para evitar atrasos e atingir a meta de produção: cinco mil carros por semana.

Em certas ocasiões, Elon Musk dormia na fábrica e trabalhava mais de 100 horas por semana.

No entanto, durante uma conferência sobre os resultados financeiros do terceiro trimestre de 2017, Musk indicou que sua empresa havia sofrido “acusações injustas” no tocante à prevenção de riscos ocupacionais, relata o jornal britânico The Daily Telegraph.

Leia mais