Antártida tinha palmeiras há 53 milhões de anos, afirma pesquisa

Mais Lidos

  • O intelectual catalão, que é o sociólogo de língua espanhola mais citado no mundo, defende a necessidade de uma maior espiritualidade em tempos de profunda crise

    “O mundo está em processo de autodestruição”. Entrevista com Manuel Castells

    LER MAIS
  • Trump usa a agressão contra a Venezuela para ameaçar os governos das Américas que não se submetem aos EUA

    LER MAIS
  • "É terrível. Trump está sancionando o retorno à lei da selva". Entrevista com Francis Fukuyama

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

03 Agosto 2012

Um estudo de pesquisadores da Universidade de Glasgow, no Reino Unido, revelou pistas da presença de palmeiras no território da atual Antártida há 53 milhões, durante a época geológica do Eoceno.

A informação é publicada pelo jornal Folha de S. Paulo, 03-08-2012.

O dado foi obtido por meio de perfurações na camada de gelo antártico, que trouxeram à tona o pólen de palmeiras e outras árvores de climas quentes, como os baobás. Os cientistas estimam que, nessa época, o clima do continente lembrava o da região Sul do Brasil, digamos: invernos em torno de 10ºC e verões nos quais a temperatura chegava a 25ºC.