Após casos suspeitos, FVS confirma primeiro registro de febre Chikungunya em Manaus

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06 Novembro 2014

A Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) informou nesta segunda-feira (3) que foi confirmado o primeiro caso de infecção pelo vírus Chikungunya em Manaus. Segundo o Instituto Evandro Chagas (IEC) o resultado da uma mulher venezuelana foi positivo. Outro caso investigado do colombiano foi negativo, ambos os estrangeiros foram identificados no atendimento ambulatorial da Fundação de Medicina Tropical.

A reportagem foi publicada pelo A Crítica, 04-11-2014.

De acordo com o diretor-presidente da FVS-AM, Bernardino Albuquerque, até o momento não tem o vírus no Estado, mas ainda assim, é preciso reforçar a atenção porque temos a circulação do mosquito.

“A introdução do vírus é real, a paciente retornou para seu país de origem, na última quinta-feira (30), mesmo antes da liberação do resultado laboratorial, nós realizamos em conjunto com Secretaria Municipal de Saúde (Semsa-Manaus), todas as medidas necessárias inclusive o bloqueio sanitário para combater o vetor “, ressaltou.

Albuquerque explica que a infecção pelo vírus chikungunya provoca sintomas parecidos com os da dengue, no entanto, as dores articulares são mais intensas.

“O vírus pode ser transmitido pelo mesmo vetor da dengue, o mosquito Aedes aegypti, e também pelo mosquito Aedes albopictus, ambos encontrados no Amazonas. Nesse momento, é de suma importância a adesão da população, para checagem semanal de 10 minutos para evitar os criadouros do mosquito”, disse e acrescenta que a melhor formar de combater a doença é diminuir a comunidade de vetores.

Ele acrescentou que a doença pode passar da fase aguda para fase crônica. “Alguns pacientes são mais propensos a desencadearem a forma mais grave, tais como, idosos, crianças menores de um ano, grávidas e portadores de doenças crônicas, por isso é “, esclareceu.

Chikungunya

Até o dia 25 de outubro, o Ministério da Saúde registrou 828 casos de Febre Chikungunya no Brasil, sendo 155 confirmados por critério laboratorial e 673 por critério clínico-epidemiológico.

Do total, são 39 casos importados de pessoas que viajaram para países com transmissão da doença, como República Dominicana, Haiti, Venezuela, Ilhas do Caribe e Guiana Francesa.