Francisco critica na Audiência Geral as demissões provocadas pela crise econômica

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Por: André | 24 Abril 2014

Milhares de peregrinos encheram a Praça São Pedro apesar do mau tempo. Francisco surpreendeu um grupo de jovens italianos e argentinos quando parou o papamóvel para saudá-los.

A reportagem é da agência de notícias Rome Reports, 23-04-2014. A tradução é de André Langer.

Mas surpreendeu ainda mais quando, no final da audiência, referiu-se à dramática situação de um grupo de trabalhadores italianos.

Francisco: “Ontem recebi um apelo em vídeo de alguns trabalhadores da siderúrgica Lucchini, de Piombino, que o enviaram exatamente antes do desligamento do alto forno e que me comoveu profundamente. Entristeceu-me”.

O Papa pediu para que não desanimem: disse-lhes que estava do seu lado e que rezava por eles. Também teve palavras para os responsáveis por estas situações.

Francisco: “A todos os responsáveis peço que façam todo o esforço de criatividade e generosidade para reacender a esperança nos corações destes irmãos, nos corações de todas as pessoas desempregadas por culpa do esbanjamento e da crise econômica. Por favor! Abri os olhos e não os deixem de braços cruzados!”

Francisco falou de esperança em sua catequese. Perguntou várias vezes aos cristãos se colocam sua esperança no poder e no dinheiro ou no Cristo ressuscitado.

Francisco: “Irmãos e irmãs, Cristo está vivo e está conosco. Não vamos a tantos sepulcros que hoje prometem muitas coisas e que depois não oferecem nada. Cristo está vivo. Não busquemos entre os mortos aquele que está vivo”.

O Papa acrescentou que Cristo traz uma alegria profunda e autêntica. Também reconheceu que mesmo assim, às vezes, “não é fácil aceitar a presença do ressuscitado”.