Francisco visitará a Ásia; planeja-se uma viagem à Coreia em agosto

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Por: André | 23 Janeiro 2014

A Coreia do Sul este ano; o Sri Lanka e as Filipinas em 2015. O Papa Francisco dirige o olhar para a Ásia, o continente que Bento XVI “não teve tempo de visitar”. E planeja ir a estes três países. Trata-se de viagens, indicou o porta-voz do Vaticano, Federico Lombardi – esclarecendo alguns rumores que circularam pela manhã –, que estão em estudo.

A reportagem é de Iacopo Scaramuzzi e publicada no sítio Vatican Insider, 22-01-2014. A tradução é de André Langer.

Quanto à Coreia do Sul, “é certo que se está estudando a viagem, há um convite e a ocasião seria um grande encontro de jovens previsto para acontecer na Coreia em meados de agosto”, explicou o diretor da Sala de Imprensa aos jornalistas. Também se está estudando a possibilidade, “mas não este ano”, de uma viagem do Papa ao Sri Lanka e às Filipinas. O Padre Lombardi, por outro lado, indicou que há um convite para uma visita a Sarajevo, mas “não há nenhuma decisão a este respeito; além disso, excluiu categoricamente qualquer outra hipótese, como a de uma eventual viagem a Uganda.

Foi o próprio Pontífice quem durante o voo de volta do Rio de Janeiro ilustrou as viagens programadas: além da Terra Santa, que acontecerá em maio, Bergoglio disse: “creio que seja possível ir à Ásia, mas tudo isto está ainda solto. Recebi um convite para ir ao Sri Lanka e também às Filipinas. Mas é preciso ir à Ásia. Porque o Papa Bento não teve tempo de ir à Ásia, e é importante. Ele foi à Austrália e depois à Europa e à América, mas à Ásia...”.

O Papa falou da Coreia do Sul em seu discurso do começo do ano aos diplomatas acreditados junto à Santa Sé. “Por ocasião do 50º aniversário das relações diplomáticas com a República da Coreia, queria implorar a Deus o dom da reconciliação na península, com a esperança de que, pelo bem de todo o povo coreano, as partes interessadas não se cansem de buscar pontos de encontro e possíveis soluções”.

Além disso, o arcebispo Pietro Parolin, secretário de Estado vaticano, celebrou uma missa no Pontifício Colégio Coreano (em 19 de dezembro passado), na qual disse: “Queremos implorar a Deus o dom da paz entre as duas Coreias, o dom de poder nos alegrar, um dia, pelo pleno respeito dos direitos humanos em cada parte da península. Esperamos que se reabram as vias de diálogo, que não cessem os esforços para buscar pontos de encontro e soluções sempre possíveis, que não cesse tampouco a ajuda humanitária à população afetada pela carestia e que prevaleça em todos a boa vontade de se reconhecer pelo que se é, isto é, irmãos de um único povo”.