IPCC: Candidatos propõem novos focos para o Painel

Mais Lidos

  • Centenas de aeronaves americanas prontas para atacar. Forças russas e chinesas estão realizando exercícios com Teerã

    LER MAIS
  • Pesquisadora e autora do livro Capitalismo Gore, lançado recentemente no Brasil, analisa como a violência contra minorias políticas resulta de um embaralhamento entre patriarcado e lucratividade midiática que transforma líderes extremistas em chefes de estado

    O desafio de transcender o ódio, combustível da extrema-direita, para superar a teocracia midiática. Entrevista especial com Sayak Valencia

    LER MAIS
  • Jesuíta Reese sobre Trump: Um desastre para os Estados Unidos e para o mundo inteiro

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

15 Setembro 2015

Durante o evento do IPCC no Brasil serão discutidos os focos do próximo relatório de avaliação. Desde a origem, o painel já fez cinco. O último, em 2014, trouxe 95% de certeza de que a culpa pelas mudanças climáticas é do homem. Agora há novos desafios.

O texto é de Giovana Girardi, publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo, 14-09-2015.

Para Thomas Stocker, há várias questões a serem resolvidas. “Um tomador de decisões precisa saber quão mais frequente será o El Niño, ou as ondas de calor, ou a incidência de secas ou de ciclones. Para isso, ainda não temos respostas definitivas.”

Chris Field propõe três focos. “A preocupação tem de deixar de ser o problema para ser a solução. Precisamos de um entendimento mais profundo dos riscos e de novos trabalhos na interface entre mitigação, adaptação e desenvolvimento sustentável.”

Jean-Pascal van Ypersele sugere abordagem similar. “O novo relatório deveria oferecer uma melhor compreensão sobre como construir caminhos resilientes ao clima, trajetórias socioeconômicas que sejam sustentáveis e levem em conta tanto o clima quanto o desenvolvimento.”