Faleceu dom José Rodrigues de Souza, o bispo dos excluídos

Mais Lidos

  • O que a Venezuela tem a ver com isso? Artigo de Flávio Lazzarin

    LER MAIS
  • Colonialismo 3.0: a eclosão do ovo da serpente fascista dos EUA

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Leonardo Fróes e as lições da Natureza. Artigo de Faustino Teixeira

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

10 Setembro 2012

Dom José Rodrigues de Souza, bispo emérito de Juazeiro, Bahia, faleceu esta madrugada, 09-09-2012, em Goiânia, Goiás, depois de mais de um mês na UTI, em coma induzido, vítima de pneumonia contraída durante tratamento cirúrgico para retirada de água do crânio (hidrocefalia).

A informação é do Boletim da CNBB e do sítio Combate ao Racismo Ambiental, 09-09-2012.

Dom José Rodrigues de Sousa era natural de Paraíba do Sul (RJ), mas viveu a infância e adolescência em Aparecida (SP).

Ingressou no Seminário dos Redentoristas em 1938.

Na Congregação Redentorista, atuou como formador, nas Santas Missões Populares e como e superior vice-provincial em Goiás.

Foi nomeado bispo de Juazeiro (BA) em 1974.

Durante seu episcopado, acompanhou a Comissão Pastoral da Terra e a Pastoral da Juventude do Meio Popular no Regional Nordeste 3 da CNBB.

Foi ainda presidente nacional do Conselho Pastoral dos Pescadores. Desde sua renúncia, em 2003, dom José vivia no Convento Redentorista de Trindade (GO).

Ainda em tempos de ditadura, dom José marcou a vida do povo sanfranciscano pela atitude firme e destemida, em defesa dos direitos da população pobre das caatingas, beira do rio e periferias urbanas. As pobres “vítimas do desenvolvimento” (barragem de Sobradinho, projetos de irrigação etc) eram os seus preferidos, como Jesus.

Foi chamado “pequeno grande homem” – e o era! -, mas era mais mesmo o “bispo dos excluídos”!

//