Nicarágua. Bispos avaliam a possibilidade de suspender missas presenciais por morte de padres por covid-19

Foto: Juan Rubiano | Flickr CC

Mais Lidos

  • Primeira encíclica do Papa Leão XIV reforça o conceito de dignidade ontológica absoluta, denuncia a não neutralidade tecnológica e concentração privada do poder digital e chega a um público que os documentos jurídicos não alcançam, diz advogado e pesquisador da área do Direito

    Magnifica Humanitas: “Uma leitura que nenhum documento governamental teria facilidade de fazer com franqueza”. Entrevista especial com Marcelo Chiavassa

    LER MAIS
  • O Apocalipse não é o fim do mundo, mas a salvação do cristão. Artigo de Enzo Bianchi

    LER MAIS
  • Estudos contestam declaração de Luciano Huck sobre dependência do Bolsa Família

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

20 Agosto 2021

 

O cardeal Leopoldo Brenes revelou em uma entrevista ao Canal 12, da Nicarágua, que as missas presenciais podem ser suspensas depois que treze padres morreram vítimas da covid-19 no país, e mais três estão infectados pelo vírus.

A reportagem é publicada por 100 Noticias, 18-08-2021. A tradução é de Wagner Fernandes de Azevedo.

O cardeal Brenes assegurou que defendeu reuniões para avaliar, através das consultas com todos os líderes, a suspensão das celebrações eucarísticas, enquanto promovem o protocolo de proteção com uso de máscaras, de álcool e distanciamento social.

O líder religioso disse que a colaboradora da Paróquia Santo Antonio de Jinotepe também está contagiada com o vírus e se encontra em estado delicado, porque foi trasladada a um hospital da capital. Também o padre Francisco Valdivia encontra-se hospitalizado em Estelí.

Brenes fez um chamado ao governo para deixar de gastar na compra de armas e investir mais na saúde dos nicaraguenses adquirindo vacinas para proteger a população.

O líder religioso destacou que na chegada da semana da pátria, realizam jornadas de oração por um mês para pedir à Virgem Maria a proteção das pessoas.

Enquanto as ofensas e as campanhas de ódio que promovem Rosário Murillo e Daniel Ortega contra da Igreja Católica e seus líderes, Brenes se referiu que a igreja não está para concordar com os sentimentos ou desejos das autoridades, líderes e personalidades, mas que sua mensagem é de amor.

“Quando uma pessoa nos ofende, pois sempre, a orientação que temos do mesmo Cristo é orar por aqueles que nos perseguem, orar por aqueles que nos odeiam, orar por aqueles que nos caluniam, então, creio eu, que o importante para nós é manter a paz e sempre seguimos orando por ele”, disse Brenes.

O cardeal indicou que este deve ser um tempo de reflexão, de observar, de olhar os possíveis candidatos e pedir ao Espírito Santo por sabedoria para tomar a melhor decisão no momento adequado.

 

Leia mais