Imazon: Desmatamento da Amazônia em setembro foi 80% maior do que no mesmo período de 2018

Foto: Daniel Beltrá / Greenpeace

Mais Lidos

  • Para a pesquisadora, o design das plataformas deixou de ser apenas uma escolha estética de interface e se tornou o principal ator tecnopolítico das Big Techs, moldando o comportamento dos usuários e impactando diretamente o debate democrático

    Economia da atenção: o design algorítmico a serviço da estetização da política. Entrevista especial com Anna Bentes

    LER MAIS
  • Qual é o pior momento do ateu? Artigo de Leonardo Boff

    LER MAIS
  • Instituto Humanitas Unisinos – IHU promove evento em memória ao centenário do agrônomo e ambientalista brasileiro nesta quinta-feira, 20-08-2026, às 17h30min

    José Lutzenberger, 100 anos. Da Borregaard às enchentes: os alertas ignorados

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

11 Novembro 2019

O desmatamento da Amazônia cresceu 80% em setembro de 2019 em comparação com o mesmo período do ano anterior. Foram desmatados 802 km² neste ano e 444 km² em 2018. Os dados são do Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), sistema de monitoramento do Instituto do Homem e do Meio Ambiente (Imazon) e foram divulgados ontem (6).

A informação é publicada por Amazônia.org, 07-11-2019. 

O Estado do Pará concentrou 53% dos alertas de desmatamentos, seguido de Rondônia (13%), Amazonas (11%), Acre (11%), Mato Grosso (10%) e Roraima (2%).

Além do desmatamento, quando é feita a remoção completa da vegetação florestal, o Imazon também realiza o monitoramento da degradação florestal, caracterizado por extração da madeira para comercialização ou áreas onde ocorram queimadas, por exemplo. Em setembro deste ano o aumento de degradação na floresta foi de 787% atingindo 1.233 km².

O estado líder na degradação foi o Mato Grosso (55%), seguido do Pará (33%), Rondônia (6%), Acre (3%) e Amazonas (3%).

Pela primeira vez o município de Pacajá, no Pará, aparece como líder na listagem dos municípios que mais desmatam, seguido por São Félix do Xingu e Altamira, também no Pará.

SAD Setembro/2019.

Leia mais