Distritos indígenas do Amapá são atendidos 100% por médicos cubanos, diz Dsei

Mais Lidos

  • As responsabilidades das Forças Armadas no golpe. Artigo de Jean Marc von der Weid

    LER MAIS
  • “Gostaria de mais casos de anulação de casamento. Ajuda a curar o sofrimento da separação”, afirma cardeal Zuppi

    LER MAIS
  • Terra Yanomami tem 363 mortes registradas no 1º ano do governo Lula

    LER MAIS

Newsletter IHU

Fique atualizado das Notícias do Dia, inscreva-se na newsletter do IHU


Revista ihu on-line

Zooliteratura. A virada animal e vegetal contra o antropocentrismo

Edição: 552

Leia mais

Modernismos. A fratura entre a modernidade artística e social no Brasil

Edição: 551

Leia mais

Metaverso. A experiência humana sob outros horizontes

Edição: 550

Leia mais

24 Novembro 2018

Saída dos profissionais de Cuba pode prejudicar atendimento em reservas indígenas.

A reportagem é de John Pacheco e foi publicada pelo G1 Amapá, em 20-11-2018.

Com a decisão do Ministério da Saúde de Cuba de retirar os profissionais do país do programa Mais Médicos, os polos de atendimentos em aldeias no Amapá também poderão ser prejudicados, já que atualmente todas os seis postos em reservas indígenas são ocupados por cubanos.

Até o momento não houve comunicação para a saída dos profissionais, mas eles foram informados sobre a decisão do país de origem, explicou a coordenação do Distrito Sanitário Especial Indígena do Amapá (Dsei).

Os seis médicos estrangeiros atuam na atenção de mais de 1,1 mil indígenas em unidades de saúde fixas em Oiapoque, aldeia Waiãpi (Pedra Branca) e no Parque do Tumucumaque (oeste do estado).

O Dsei no Amapá espera pelo posicionamento da Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) para manutenção dos profissionais, que poderão ser contratados ou selecionados novos médicos. Antes disso, eles seguem atuando normalmente nas aldeias.

Além dos seis atuando nas áreas indígenas, o estado conta com 73 profissionais cubanos do Mais Médicos, atuando na atenção básica e nas equipes estratégicas do Programa Saúde na Família (PSF), que fazem atendimento e acompanhamento de pacientes.

Oiapoque que terá a maior perda nas áreas indígenas, também é a única cidade do estado que conta 100% com médicos cubanos na atenção básica. Santana, segundo maior município do Amapá, conta com 21 profissionais e a capital Macapá tem seis médicos do programa.

Leia mais

Comunicar erro

close

FECHAR

Comunicar erro.

Comunique à redação erros de português, de informação ou técnicos encontrados nesta página:

Distritos indígenas do Amapá são atendidos 100% por médicos cubanos, diz Dsei - Instituto Humanitas Unisinos - IHU