‘Vamos mudar o Brasil nem que seja na bala’

Foto: Agência Brasil

Mais Lidos

  • O Apocalipse não é o fim do mundo, mas a salvação do cristão. Artigo de Enzo Bianchi

    LER MAIS
  • Primeira encíclica do Papa Leão XIV reforça o conceito de dignidade ontológica absoluta, denuncia a não neutralidade tecnológica e concentração privada do poder digital e chega a um público que os documentos jurídicos não alcançam, diz advogado e pesquisador da área do Direito

    Magnifica Humanitas: “Uma leitura que nenhum documento governamental teria facilidade de fazer com franqueza”. Entrevista especial com Marcelo Chiavassa

    LER MAIS
  • Veja o que pode mudar após Câmara aprovar fim da escala 6x1

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

03 Setembro 2018

Num sinal preocupante do que pode vir por aí na campanha eleitoral, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidenciável Jair Bolsonaro, respondeu com truculência ao videoclipe que abriu a propaganda do tucano Geraldo Alckmin na TV, nesta sexta-feira, 31. No vídeo, uma bala perfura vários objetos e estanca perto da cabeça de uma criança, com os dizeres “não é na bala que se resolve”, numa referência à proposta de JB de liberar o porte e o uso de armas no País.

A informação é publicada por O Estado de S. Paulo, 01-08-2018.

“Sr. Geraldo Alckmin, vulgo ‘merenda’, essa é a mensagem que o Brasil precisa. Necessitamos de homens e mulheres para botar ordem nesta baderna que pessoas como o senhor insistem em perpetuar”, disse Eduardo, num tuíte acompanhado de um vídeo que ironizava o filme de Alckmin. A publicação foi apagada logo depois, mas internautas já haviam salvado o comentário e o vídeo (veja abaixo). “Vamos mudar o sistema corrupto, nem que seja na bala”, acrescentava Eduardo, sugerindo que seu pai, se ganhar a eleição, poderá recorrer a soluções de força, colocando em xeque a democracia, para implementar suas propostas.

 

Leia mais