Olhar à esquerda desde o centro e a possibilidade de um pragmatismo radical em debate

Mais Lidos

  • Quando a Igreja perde seus ministros: notas teológico-pastorais sobre a desistência presbiteral. Artigo de Eliseu Wisniewski

    LER MAIS
  • Pesquisadores refletem sobre possíveis riscos e efeitos do El Niño em 2026 à luz das enchentes de 2024 e das ações realizadas pelo poder público nos últimos dois anos

    El Niño no RS: probabilidade de cheias é dobrada, mas há incerteza sobre a magnitude do fenômeno climático. Algumas análises

    LER MAIS
  • “Discursos desse tipo ameaçam a democracia de forma evidente, são discursos que criam desconfiança nas instituições, em um país como o Brasil, onde a democracia não voltou há muito tempo”, afirma o pesquisador

    Polarização política brasileira e o extremismo disfarçado de encanto. Entrevista especial com Paolo Demuru

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

17 Julho 2017

O olhar crítico de Moysés Pinto Neto sobre as questões políticas de nosso tempo tende a procurar uma perspectiva que alie crítica e pragmatismo teórico. É dentro desta dinâmica que o artigo Identidade de Esquerda ou Pragmatismo Radical?, publicado na edição 259 do Cadernos IHU ideias investiga o processo de transformação do campo político de esquerda no Brasil que restou muito reduzido a um tipo de identidade de esquerda muito restritiva e que perdeu sua plasticidade.

“O texto busca descrever o processo político brasileiro de 2002 a 2017, passando por lulismo, neodesenvolvimentismo e nascimento da esquerda cultural. Apresenta, a partir de um experimento de perspectivismo político, uma angulação diferente da esquerda desde o centro – e quais as respectivas incompatibilidades”, pontua Moysés Pinto Neto. Diante deste cenário, o autor propõe três alternativas para avançar no terreno da imaginação política. “A resistência, que é o aprofundamento da identidade, o reformismo – que é a ocupação do centro – e o pragmatismo radical, entendido como a tradução de intensidade que não precise passar pelo crivo identitário”, complementa.

Conheça esta e outras edições do Cadernos IHU ideias que podem ser acessadas gratuitamente na seção Mais Publicações do portal do IHU.

Assista a conferência de Moysés Pinto Neto

A desidentificação da esquerda como possibilidades na política brasileira – Parte 1

A desidentificação da esquerda como possibilidades na política brasileira – Parte 2

Leia mais