Ainda há muita Bíblia a ser colocada na mão de cristãos. Artigo de Edelberto Behs

Foto: Jannis Nöbauer/ Unsplash

Mais Lidos

  • Quem recusa o convite à vida? Breve reflexão para crentes ou não. Comentário de Chico Alencar

    LER MAIS
  • Leão XIV: "Tenho um nódulo no pulmão e serei submetido a uma cirurgia nos próximos dias"

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

10 Outubro 2026

"Os seis países com 'restrições máximas' ao acesso à Bíblia são, nesta ordem: o Afeganistão, Iêmen, Somália, Coreia do Norte, Eritreia e Mauritânia", escreve Edelberto Behs, jornalista.

Eis o artigo.

Mais de 500 milhões de cristãos no mundo enfrentam restrições de acesso à Bíblia, indica o relatório da Iniciativa de Acesso à Bíblia. O relatório examinou 106 países. As restrições devem-se a leis impostas por governos hostis ao cristianismo e a barreira socioeconômicas, mais o analfabetismo, falta de eletricidade e acesso à internet, também impedem pessoas a ter ou acessar a Sagrada Escritura.

Os seis países com “restrições máximas” ao acesso à Bíblia são, nesta ordem: o Afeganistão, Iêmen, Somália, Coreia do Norte, Eritreia e Mauritânia. Cuba é o único país do Caribe que aparece entre os que apresentam “restrições severas” de acesso à Bíblia. A Venezuela aparece no grupo dos de “restrições consideráveis”, e a Nicarágua, a Colômbia, o México têm “algumas restrições”.

🔍 Adicione o Instituto Humanitas Unisinos – IHU às suas fontes favoritas do Google

“Ouvimos com frequência que a Bíblia está mais acessível do que nunca, mas não devemos confundir disponibilidade com acesso”, disse Wybo Nicolai, criador da Lista de Acesso à Bíblia ao portal The Christian Post. “Restrições de acesso à Bíblia relacionadas à perseguição podem tornar o acesso à Escrituras difícil ou perigoso, enquanto barreiras socioeconômicas podem colocar a Bíblia fora do alcance das pessoas”, informou.

Leia mais