Sheinbaum sorteia seu ingresso para a abertura da Copa do Mundo em uma competição de flexões na barra fixa entre jovens mulheres

Foto: Wikimedia Commons

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06 Março 2026

A presidente confirmou que não comparecerá ao Estádio Azteca e lançou um concurso para escolher uma jovem entre 16 e 25 anos para representá-la na cerimônia.

A reportagem é de Verónica M. Garrido, publicada por El País, 05-03-2026.

A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, reafirmou na quinta-feira que não comparecerá à cerimônia de abertura da Copa do Mundo de 2026, no dia 11 de junho, no Estádio Azteca. Em vez disso, o governo lançou um concurso na quinta-feira, no qual uma jovem torcedora de futebol terá a chance de ocupar o assento correspondente ao ingresso número 001, que o presidente da FIFA, Gianni Infantino, entregou à presidente.

Sheinbaum explicou que acompanhará a partida “com o povo” do Zócalo, na Cidade do México. “Pouquíssimas pessoas podem ir a uma Copa do Mundo. Eu sou a presidente eleita, mas uma jovem pode nos representar no evento mais assistido do mundo”, disse ela. Em dezembro, ela confirmou que não compareceria à cerimônia de abertura e que preferia ceder seu lugar. Em determinado momento, anunciou que o ingresso seria dado a uma menina indígena, embora a convocação para o concurso “Represente o México na Cerimônia de Abertura da Copa do Mundo”, apresentada nesta quinta-feira, seja aberta e não limite a participação.

O concurso é aberto a mulheres entre 16 e 25 anos, que devem enviar um vídeo delas fazendo embaixadinhas com uma bola durante um minuto. A vencedora representará simbolicamente o país na partida de abertura entre a seleção mexicana e a África do Sul. A decisão final será tomada por um júri escolhido pela presidente, composto pela jogadora de futebol Charlyn Corral, pela árbitra Katia Itzel García e pela jornalista esportiva Gabriela Fernández. “Minha voz está embargada porque não se trata apenas de ganhar um prêmio, mas de representar os sonhos de muitas meninas que muitas vezes não sabem para onde ir”, disse Corral, visivelmente emocionada.

A cerimônia, que poderia ter sido um ponto de encontro para os líderes dos três países anfitriões — México, Estados Unidos e Canadá — será a primeira na história da Copa do Mundo a ser realizada sem a presença do chefe de Estado do país anfitrião. A menos de 100 dias do evento, também não está confirmado se o presidente dos EUA, Donald Trump, ou o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, comparecerão à cerimônia de abertura na Cidade do México.

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