Novo editor para a obra padrão da Igreja "Denzinger"

Michael Seewald (direita) | Foto: Cluster of Excellence "Religião e Política"/Universidade de Münster/Silas Stein

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27 Setembro 2025

O professor de dogmática de Münster, Michael Seewald, assume a direção editorial do manual de textos doutrinários da Igreja mais importante do mundo, o "Denzinger". Como a Universidade de Münster anunciou na sexta-feira, Seewald sucede a Peter Hünermann, que supervisionou a obra por mais de três décadas e a editou até a atual 45ª edição. A partir de agora, a obra padrão será citada com a abreviatura DS para "Denzinger-Seewald", como era o caso desde 1963, quando Adolf Schönmetzer atuou como editor.

A informação é publicada por Katholisch, 26-09-2025.

Segundo o comunicado, Seewald planeja incluir textos dos pontificados de Francisco e Leão XIV. "Outros textos menos bem recebidos, especialmente dos pontificados de Paulo VI e João Paulo II, poderão ser removidos", explicou.

Obra de referência para sinodalidade

Além disso, serão incluídos documentos históricos que não foram considerados anteriormente, como resoluções de concílios de reforma do fim da Idade Média. Isso pode ser útil para os debates atuais sobre sinodalidade, segundo Seewald. O referencial para o trabalho sobre "Denzinger" continua sendo "independência, precisão e fidelidade ao texto".

A coleção facilita a citação e a localização rápida de textos doutrinários. Os documentos são apresentados em duas colunas, no idioma original e na tradução. Cada texto é acessível por meio de uma breve introdução e referências bibliográficas. Além disso, cada seção de um documento recebe um número exclusivo.

O manual foi publicado pela primeira vez em 1854 por Heinrich Denzinger e tem sido continuamente ampliado desde então. É considerado uma obra de referência fundamental para a pesquisa e o ensino teológico. A própria autoridade do magistério da Igreja também o utiliza regularmente: somente a constituição do Concílio Vaticano II sobre a Igreja, "Lumen Gentium", contém 45 referências a "Denzinger".

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