Maio de 2025 foi o 2º mais quente da história, aponta Copernicus

Foto: Unsplash

Mais Lidos

  • Fim da escala 6x1 avança no Congresso após pressão popular. Destaques da Semana no IHUCast

    LER MAIS
  • Quando o clericalismo se torna narcisismo, o altar transforma-se num palco. Artigo de Phyllis Zagano

    LER MAIS
  • Anthropic está avaliada em quase um trilhão de dólares após uma rodada de investimentos de 65 bilhões de dólares

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

12 Junho 2025

Temperaturas globais ficaram 1,4°C acima da média pré-industrial, interrompendo uma sequência de 21 meses em que o aquecimento superou 1,5°C.

A informação é publicada por ClimaInfo, 11-06-2025.

O mês de maio de 2024 foi o segundo mais quente já registrado no planeta, ficando atrás apenas do mesmo mês no ano anterior, segundo dados do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus (C3S). A primavera no Hemisfério Norte, entre março e maio, também foi a segunda mais quente desde que as medições começaram. As temperaturas globais ficaram 1,4°C acima da média pré-industrial, interrompendo uma sequência de 21 meses em que o aquecimento superou 1,5°C. “Embora isso possa oferecer um breve alívio para o planeta, é esperado que o limite de 1,5°C seja excedido novamente em um futuro próximo devido ao contínuo aquecimento do sistema climático”, afirma Carlo Buontempo, diretor do Copernicus.

Os dados do C3S, que compila registros desde 1940 e os compara com séries históricas desde 1850, reforçam a urgência de ações climáticas. Enquanto governos discutem metas, eventos extremos – como ondas de calor em regiões polares – mostram que os impactos já estão em curso, pressionando por respostas imediatas.

Grandes áreas do norte e do centro da Europa enfrentaram em maio condições mais secas que a média histórica, com o noroeste do continente registrando os menores índices de precipitação e umidade do solo desde 1979, de acordo com dados do Copernicus. A seca prolongada resultou na menor vazão de rios durante a primavera europeia desde o início das medições em 1992, situação que também afetou outras regiões como o oeste da América do Norte, partes da Ásia e o sul da Austrália, destaca a Earth.org.

The Guardian, Euronews, Reuters, CNBC TV, além de UOL e Folha, repercutiram o estudo do Observatório Copernicus.

Leia mais