Guerra Ucrânia-Rússia. Moscou: “Em caso de ataque ocidental, estamos avaliando o uso de armas nucleares”

Soldado ucraniano vigia fronteira com a Rússia de uma trincheira (Foto: @andriy.dubchak | Vatican Media)

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24 Abril 2025

Ataque russo em Kiev: 9 mortos e pelo menos 60 feridos.

As informações são publicadas por La Repubblica, 24-04-2025.

O massacre enquanto se falava em trégua. Enquanto o presidente americano Donald Trump diz estar convencido de que chegou a um acordo com Moscou sobre o cessar-fogo (disse ele: "Tenho certeza de que temos um acordo com a Rússia, mas pensei que seria mais fácil lidar com Zelensky"), um bombardeio pesado chega a Kiev com mísseis e drones. Houve 9 mortos e mais de 60 feridos na capital. Enquanto escavavam e procuravam pessoas sob os escombros, os socorristas temem que o número de mortos se torne ainda mais dramático. Para aqueles que conseguiram escapar, a noite foi passada em estações de metrô e garagens.

Shoigu: “Em caso de agressão ocidental, reservamo-nos o direito de usar armas nucleares”

A Rússia reserva-se o direito de usar armas nucleares em caso de agressão por países ocidentais. Isto foi afirmado pelo secretário do Conselho de Segurança da Federação Russa e ex-ministro da Defesa Sergei Shoigu em entrevista à Tass. "Em novembro de 2024, foram feitas alterações aos Fundamentos da Política de Estado da Federação Russa no campo da dissuasão nuclear, segundo as quais a Rússia se reserva o direito de usar armas nucleares em caso de agressão", lembrou. A Rússia, de acordo com Shoigu, "está monitorando de perto os preparativos militares dos países europeus".

"De acordo com a Estratégia de Segurança Nacional da Federação Russa, no caso de estados estrangeiros cometerem ações hostis que representem uma ameaça à soberania e à integridade territorial da Federação Russa, nosso país considera legítimo tomar as medidas simétricas e assimétricas necessárias para suprimir tais ações e impedir sua repetição", acrescentou Shoigu.

A dissuasão nuclear, como observou o secretário do Conselho de Segurança, "é implementada contra Estados e coalizões militares que consideram a Rússia um inimigo em potencial e possuem armas de destruição em massa ou potencial de combate significativo de forças polivalentes".

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