Apex suspende vinícolas envolvidas em caso de exploração na Serra

Em 2016, quatro vinícolas brasileiras participaram do estande coletivo do Wines of Brasil na ProWine China | Foto: Mônica Dornelles - APEX/Brasil

Mais Lidos

  • Centenas de aeronaves americanas prontas para atacar. Forças russas e chinesas estão realizando exercícios com Teerã

    LER MAIS
  • Pesquisadora e autora do livro Capitalismo Gore, lançado recentemente no Brasil, analisa como a violência contra minorias políticas resulta de um embaralhamento entre patriarcado e lucratividade midiática que transforma líderes extremistas em chefes de estado

    O desafio de transcender o ódio, combustível da extrema-direita, para superar a teocracia midiática. Entrevista especial com Sayak Valencia

    LER MAIS
  • O que é o Conselho da Paz, que será inaugurado amanhã por Donald Trump, e quem participa dele?

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

01 Março 2023

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex) suspendeu ontem a participação das vinícolas Aurora, Cooperativa Garibaldi e Salton de suas atividades. As três haviam contratado a empresa responsável por submeter trabalhadores a situação análoga à escravidão na colheita da uva.

A informação é publicada por Matinal, 01-03-2023.

Com a medida, as vinícolas deixam de participar de feiras internacionais e missões comerciais pelo menos até que as investigações sejam concluídas.

No meio empresarial de Bento Gonçalves, o Centro da Indústria, Comércio e Serviços emitiu uma nota de esclarecimento após a repercussão de um primeiro comunicado que relaciona a exploração de trabalhadores de fora do RS à falta de mão de obra na região, que, por sua vez, segundo a entidade, é fruto de “um sistema assistencialista que nada tem de salutar para a sociedade”.

Em nível estadual, o governador Eduardo Leite (PSDB) anunciou a criação de uma força-tarefa de fiscalização da contratação de trabalhadores. Ele afirmou que o Estado deve garantir condições de trabalho dignas e defendeu a atuação da corregedoria da Brigada Militar sobre as suspeitas de participação de PMs.

Acompanhe algumas reações sobre o assunto no Twitter

 

 

 

 

 

 

 

 

Leia mais