Candidaturas religiosas crescem 40% no RS e atingem maior número em 20 anos. Aumento é puxado por nomes evangélicos, sobretudo de pastores

Marcha para Jesus | Foto: Jaqueline Husn

Mais Lidos

  • Cosmovisão, cultura e território são peculiares a cada povo e não devem ser generalizados. Se algumas etnias foram colonizadas, outras resistem e lutam por sua autonomia, cultivando seus próprios sistemas jurídicos

    Os 115 povos originários colombianos: cosmologias diversas e pilares de vida para reconstruir o tecido social. Entrevista especial com Marcela Gutiérrez Quevedo

    LER MAIS
  • O país suspenso. Poder, desgaste e expectativa no Brasil que caminha em 2026. Artigo de Paulo Baía

    LER MAIS
  • Zettel, cunhado de Vorcaro, é maior doador de Jair Bolsonaro e Tarcísio de Freitas

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

23 Agosto 2022



O Rio Grande do Sul terá nas eleições de 2022 um total de 21 candidatos assumidamente religiosos para votar, número 40% superior ao pleito anterior e o maior em 20 anos, mostram dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisados por GZH. O crescimento é puxado por nomes evangélicos, que avançaram 45% desde o pleito de 2018.



O crescimento de candidatos evangélicos entre 2018 e 2022 foi o maior, de 45%. Já o número de nomes de matriz africana se estabilizou. Nestas eleições, há apenas um candidato católico, que se apresenta como frei.

 

A reportagem é de Marcel Hartmann, publicada por Zero Hora, 23-08-2022.



A análise considera todos os milhares de candidatos a cargos públicos nas eleições gerais de 2002 a 2022 que declararam relação com alguma religião no nome da urna — isto é, na nomenclatura que aparece no momento de votar e em santinhos distribuídos aos eleitores.



Nas últimas duas décadas, as siglas que mais abrigaram nomes religiosos foram Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido Social Cristão (PSC) e Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB).

 

A íntegra da reportagem pode ser lida aqui.


Leia mais