Enzo Bianchi deixa Bose e muda-se para Turim

Foto: Flickr CC/Cattedra IUS

Mais Lidos

  • “Permitir a instalação de um empreendimento com essa magnitude de demanda sem uma avaliação climática rigorosa significa aprofundar a vulnerabilidade territorial já existente”, afirma a advogada popular

    Data centers no RS e as consequências de sua implementação. Entrevista especial com Marina Dermmam

    LER MAIS
  • A ideologia da Palantir explicada por Varoufakis

    LER MAIS
  • Inteligência Artificial e o empobrecimento da Igreja como centro de dados. Artigo de Massimo Faggioli

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

29 Março 2021

 

Após a polêmica, o monge irá viver num alojamento na região metropolitana. Com ele dois monges para poder auxiliá-lo.

A informação é de Francesco Antonioli, publicada por Repubblica, 28-03-2021. A tradução é de Luisa Rabolini.

No final, ele cedeu. Enzo Bianchi deixará a Comunidade de Bose que fundou em 1965. Isso acontecerá por volta da Páscoa. Da ermida de Magnano, na zona de Biella, ele vai se mudar para um alojamento em Turim ou na região metropolitana. Com ele dois monges que pediram para viver "extra domum" para ajudá-lo. O irmão Enzo fez 78 anos no dia 3 de março e está fisicamente comprometido: uma hérnia de disco lhe causa problemas para caminhar e não pode ser operado devido a uma grave insuficiência renal.

O fundador acatou o pedido do Papa Francisco contido no decreto inapelável de 13 de maio de 2020. E o fez porque, apesar da dura providência, Bergoglio sempre manteve um canal de comunicação aberto com ele. Tanto é verdade que Bianchi impediu muitos amigos de empreender iniciativas públicas em seu favor. O afastamento poderá devolver alguma serenidade ao ambiente após o último período de confronto acalorado com o delegado pontifício padre Amedeo Cencini.

A íntegra da reportagem pode ser lida aqui.

 

Leia mais