Arcebispo ortodoxo grego de Jerusalém pede orações para acabar com o sofrimento dos palestinos

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07 Julho 2020

“Temos certeza de que venceremos, apesar de todas as dificuldades e conspirações que têm como alvo os palestinos que nunca levantarão a bandeira branca.”

A reportagem é publicada por La Croix International, 06-07-2020. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

O chefe da Diocese de Sebastia da Igreja Ortodoxa Grega em Jerusalém pediu orações pelo povo palestino que sofre por causa da pandemia da Covid-19 e da pobreza.

“Que Deus ajude o povo palestino, que suporta os sofrimentos por causa do coronavírus, do desemprego e da pobreza”, disse o arcebispo Atallah Hanna em um comunicado recente à imprensa.

“Os palestinos suportam sofrimentos em todos os âmbitos de suas vidas devido às políticas opressivas da ocupação”, disse ele.

“Que Deus ajude essa nação em meio a essas circunstâncias, que incluem conspirações com o objetivo de liquidar o nosso povo, a nossa causa justa, que é a causa mais justa e nobre da história humana moderna”, disse o arcebispo.

“Temos certeza de que venceremos, apesar de todas as dificuldades e conspirações que têm como alvo os palestinos que nunca levantarão a bandeira branca”, afirmou o arcebispo de Jerusalém.

Hanna atua desde 2005 como chefe da Diocese de Sebastia da Igreja Ortodoxa Grega em Jerusalém.

Ele usou o seu cargo de liderança para defender a unidade palestina e os direitos não apenas dos cristãos palestinos, mas também de todos os palestinos.

O arcebispo tem sido um forte crítico de Israel e do tratamento dado por eles aos palestinos de acordo com o Direito Internacional. Ele também tem se pronunciado publicamente sobre as atividades de Israel no vizinho Líbano e na Síria, informou o Conselho Mundial de Igrejas (CMI).

Em dezembro passado, o arcebispo foi levado às pressas para o hospital, depois que uma bomba de gás foi disparada supostamente pelo Exército israelense contra a sua igreja em Jerusalém, e ele sofreu aquilo que descreveu como “envenenamento por substância química”.

O arcebispo Hanna disse ao CMI que o envenenamento não foi intencional.

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