A ponte que não agrada a Hong Kong

Vista de Hong Kong, da ponte que liga a ilha à China continental. Foto: Hong Kong-Zhuhai-Macao Bridge (HZMB)

Mais Lidos

  • Centenas de aeronaves americanas prontas para atacar. Forças russas e chinesas estão realizando exercícios com Teerã

    LER MAIS
  • Pesquisadora e autora do livro Capitalismo Gore, lançado recentemente no Brasil, analisa como a violência contra minorias políticas resulta de um embaralhamento entre patriarcado e lucratividade midiática que transforma líderes extremistas em chefes de estado

    O desafio de transcender o ódio, combustível da extrema-direita, para superar a teocracia midiática. Entrevista especial com Sayak Valencia

    LER MAIS
  • Jesuíta Reese sobre Trump: Um desastre para os Estados Unidos e para o mundo inteiro

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

24 Outubro 2018

O presidente chinês Xi Jinping inaugurou a ponte Hong Kong-Zhuhai-Macau, a ponte marítima mais longa do mundo, que com seus 55 quilômetros liga Hong Kong e Macau à República Popular da China.

A informação é publicada por La Repubblica, 23-10-2018. A tradução é de Luisa Rabolini.

A obra, iniciada em 2009, custou cerca de 20 bilhões de dólares. Tem um túnel submarino de 6,7 km conectado à ponte através de duas ilhas artificiais e é capaz de suportar um terremoto de magnitude 8, um super tufão ou o impacto de um navio de carga de 300.000 toneladas.

Antes da construção da obra, uma viagem de carro de Zhuhai para Hong Kong levava mais de três horas: agora serão suficientes 30 minutos. Para os ambientalistas, o projeto danificou a vida marinha da área. Muitos denunciam a ponte como mais uma tentativa de Pequim de controlar Hong Kong, agora também fisicamente mais próxima do continente.

Leia mais