''Que remédios eu tomo? Eu recorro à bruxa!''

Foto: Ximena Navarro | Fotos Públicas

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16 Janeiro 2018

Essa foi a piada do papa à jornalista do canal italiano TV2000 que lhe perguntou o que ele tomava para ficar em forma.

A reportagem é de Andrea Tornielli, publicada no sítio Vatican Insider, 15-01-2018. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Antes de cumprimentar um por um os 70 jornalistas que voam com ele para Santiago do Chile, Francisco fez uma piada sobre a duração da viagem – 15 horas e 40 minutos – dizendo que “há tempo para descansar e para trabalhar”.

Depois, o papa explicou que conhecia o Chile: “Para mim, não é tão difícil no Chile, porque eu estudei lá por um ano e tenho muitos amigos. Eu conheço mais. O Peru, eu conheço menos. Fui lá duas ou três vezes para congressos.”

Em seguida, Bergoglio explicou a imagem do menino de Nagasaki que foi distribuída aos jornalistas e percorreu lentamente os corredores do avião para cumprimentar cada um dos enviados dos meios de comunicação internacionais. Ele também recebeu pedidos de bênçãos e de orações para amigos ou parentes doentes.

A jornalista da CNN Chile, Matilde Bourgos, oferece ao papa um pequeno modelo de um caminhão semelhante ao utilizado por Alberto Hurtado para levar comida aos pobres (Foto: Andrea Tornielli)

Recebeu de presente livros, estátuas de Nossa Senhora, fotografias, um relógio, um modelo de caminhão (como o usado pelo santo chileno Alberto Hurtado para levar ajudas aos pobres, um presente da jornalista da CNN Chile, Matilde Bourgos).

Ele também dialogou face a face com quem lhe fazia perguntas. Franca Giansoldati, do jornal Il Messaggero, perguntou-lhe se ele tinha medo de se encontrar com os jornalistas, e Francisco respondeu: “Sim, tenho medo das entrevistas... Veja o que eu tenho que fazer”.

Uma risada sonora acompanhou a piada com que o pontífice respondeu à enviada da TV2000, Cristiana Caricato, que, ao cumprimentá-lo, perguntou-lhe: “Pode nos dizer o que o seu médico lhe receita, para que nós também, que corremos atrás do senhor, possamos tomar?”, uma referência à resistência de Bergoglio durante essas viagens.

“Mas eu não vou ao médico. Vou à bruxa!”, disse Francisco, rindo com gosto.

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