Gustavo Gutiérrez: “Apenas quando formos amigos dos pobres, teremos nos comprometido com eles”

Mais Lidos

  • O Papa descreve o Concílio Vaticano II como a "estrela polar do caminho da Igreja" e apela ao progresso na "reforma eclesial"

    LER MAIS
  • “A memória sem cérebro desafia a associação quase automática entre memória e sistema nervoso central”, exemplifica o pesquisador

    Os mistérios mais atraentes da neurobiologia vegetal são os que questionam as categorias do pensamento moderno. Entrevista especial com Guilherme Soares

    LER MAIS
  • No capitalismo mafioso Nicolás Maduro veste Nike. Artigo de Ivana Bentes

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

02 Outubro 2016

O pai da Teologia da Libertação, Gustavo Gutiérrez, recebeu no dia 28 de setembro o Prêmio Pacem in Terris na cidade de Davenport, Iowa, nos Estados Unidos.

A reportagem é de Cameron Doody e publicada por Religión Digital, 01-10-2016. A tradução é de André Langer.

“Apenas quando formos amigos dos pobres, teremos nos comprometido com eles”, disse Gutiérrez na entrega do prêmio, dirigindo-se a um público de 300 pessoas.

Defendeu, em seu discurso, que é somente pela amizade que as pessoas se tornam iguais. Essa igualdade de todos, acrescentou, é de vital importância para que sejamos capazes de reconhecer a dignidade dos pobres.

O padre Chuck Adam, representante da coalizão inter-religiosa que concedeu o prêmio a Gutiérrez, por sua vez, disse sobre o teólogo que “seu trabalho é, atualmente, relevante, quando estamos buscando soluções para a situação dos pobres [e] abordando assuntos sociais importantes, como a criação de emprego, o salário justo, saúde e educação e solucionando a violência urbana e as disparidades raciais”.

“Seus escritos nunca foram censurados, embora examinados, mas agora se considera que têm muito valor para uma Igreja que o Papa Francisco quer que seja misericordiosa, um ‘hospital de campanha’”, acrescentou Adam.

Anualmente escolhe-se para o Prêmio Pacem in Terris um candidato que se destaca por seu trabalho pela justiça social e pela paz. A lista dos ganhadores do prêmio – que começou a ser concedido em 1964, um ano após a publicação da encíclica de mesmo nome de João XXIII – contém nomes como Martin Luther King Jr, Dorothy Day e Teresa de Calcutá.

Leia mais...