"Depois da reforma, a Rádio Vaticano, como tal, desaparece", afirma Pe. Lombardi

Mais Lidos

  • "Estamos nos tornando cada vez mais solitários e mais tolos". Entrevista com Carmody Grey, a filósofa que disse não à Anthropic

    LER MAIS
  • Mulheres estudantes da Escola Nacional de Belas Artes em exposição de trabalhos em 1935

    O esquecimento das mulheres na história da arquitetura e do urbanismo brasileiro: “Estiveram na Escola Nacional de Belas Artes desde o início”. Entrevista com Camila Belarmino

    LER MAIS
  • Ministério ordenado: ontem, hoje, amanhã. Livro de Francisco Taborda. Uma resenha

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

28 Setembro 2016

"A Rádio Vaticano foi confiada há 85 anos pelo papa à Companhia de Jesus para a sua condução. Nesse processo de reforma em andamento, a própria Rádio Vaticano como tal desaparece, não existe mais, com a sua identidade institucional específica e individual." Foi o que disse o padre Federico Lombardi, ex-diretor da emissora da Santa Sé, durante a coletiva de imprensa de apresentação da 36ª Congregação Geral que elegerá o novo superior dos jesuítas.

A reportagem é do sítio do Servizio Informazione Religiosa (SIR), 27-09-2016. A tradução é de Moisés Sbardelotto.

Ao responder às perguntas dos jornalistas, Lombardi se referiu à reforma que levou à constituição da Secretaria para a Comunicação, da qual, nos últimos dias, foi divulgado o estatuto, e comentou: "Muda a situação e muito profundamente".

"Eu acho que o novo superior geral – especulou – irá falar com o papa e ouvirá se o papa quer dizer algo mais específico ou se a missão terminou com a mudança dessa situação."

A Rádio Vaticano, portanto, para Lombardi, "é um assunto do qual o novo superior geral irá se ocupar, em diálogo com o papa, para entender quais são os seus desejos nesta situação."

"Não se tomarão decisões por parte da Congregação", especificou. "Depende do novo governo negociar com a Santa Sé sobre as tarefas que a Santa Sé exigir."

Leia mais:

Rádio Vaticano fecha e renasce como emissora online de rádio e TV

O fim de uma época. Após 85 anos jesuítas deixam a Rádio Vaticana