Se cumprem 41 anos do assassinato do padre Carlos Mugica

Mais Lidos

  • Não é tragédia, é omissão de planejamento

    LER MAIS
  • Ao mesmo tempo que o Aceleracionismo funciona, em parte de suas vertentes, como um motor do que poderíamos chamar de internacional ultradireitista, mostra a exigência de uma esquerda que faça frente ao neorreacionarismo

    Nick Land: entre o neorreacionarismo e a construção de uma esquerda fora do cânone. Entrevista especial com Fabrício Silveira

    LER MAIS
  • Transfiguração: o que viram em Jesus é o que todos somos. Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

12 Mai 2015

Foto: carlosmugica.com.ar

No dia 11 de maio de 1974, era assassinado o padre Carlos Mugica pelas mãos da Tríplice A, quando foi metralhado depois de celebrar a missa na igreja de São Francisco Solano, em Buenos Aires.

A nota é publicada por Telam, 11-05-2015.

O padre Mugica pertencia ao movimento dos padres do Terceiro Mundo, vinculado às luas populares da Argentina nas décadas de 1960 e 1970, e foi fundador da paróquia Cristo Operário na favela 31.

O "mártir dos pobres", como é conhecido depois do assassinato, nascera em Bueno Aires, no dia 7 de outubro de 1930.

Defensor do peronismo, a doutrina de Mao Tsé Tung e "Che" Guevara, foi um dos fundadores do Movimento de Sacerdotes do Terceiro Mundo.

Mugica morreu no Hospital Salaberry e suas últimas palavras à enfermeira que o cuidava foram "agora mais do que nunca temos que estar junto do povo".

Veja também: