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09 Junho 2017

O jesuíta José de Anchieta escrevendo o "Poema à Virgem" enquanto era refém de indígenas no litoral brasileiro, em quadro de Benedito Calixto
(Foto: Divulgação/Museu de Anchieta)

José de Anchieta nasceu no dia 19 de março de 1534, na cidade de São Cristóvão da Laguna, na ilha de Tenerife, do arquipélago das Canárias, Espanha.

Foi educado na ilha até os quatorze anos de idade. Depois, seus pais, descendentes de nobres, decidiram que ele continuaria sua formação na Universidade de Coimbra, em Portugal.

Ingressou na Companhia de Jesus e, quando se tornou jesuíta, foi enviado como missionário para o Brasil, em 1553.

Chegou na Bahia junto com mais seis jesuítas. Junto com o provincial do Brasil, padre Manoel da Nóbrega, fundou, no planalto de Piratininga, a cidade de São Paulo. No local foi instalado um colégio, e seu trabalho missionário começou.

José de Anchieta não apenas catequizava os índios. Dava condições para que se adaptassem à chegada dos colonizadores, fortalecendo, assim, a resistência cultural. Foi o primeiro a escrever uma "gramática tupi-guarani", mas, ao mesmo tempo, ensinava aos silvícolas noções de higiene, medicina, música e literatura.

Anchieta era também um poeta, além de escritor. Dedicou toda a sua vida em favor do futuro e da sobrevivência dos índios, procurando preservar sua influência na cultura geral de um novo povo.

É chamado de Apóstolo do Brasil.

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