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Por: Jonas | 11 Abril 2013

Em seu tempo de arcebispo, Jorge Bergoglio tinha um conjunto de livros de cabeceira que podem dar uma pista das predileções do Papa. É claro, não esgotam as leituras do papa Francisco, mais variadas e abundantes. Contudo, são os textos que ele costuma recomendar às pessoas que se colocam sob a sua orientação espiritual, segundo conta o jornal argentino La Nación.

A reportagem é publicada no sítio Religión Digital, 11-04-2013. A tradução é do Cepat.

O livro que talvez mais entusiasme o novo pontífice é “O Senhor”, do célebre teólogo e historiador Romano Guardini.

Outra autora predileta é a espanhola Dolores Aleixandre. Ela é uma irmã religiosa do Sagrado Coração de Jesus e teóloga da Universidade de Comillas. Os títulos mais divulgados por Bergoglio são “Batizados com o fogo” e “Contar a Jesus”.

O cardeal François-Xavier Nguyen van Thuan, que passou 13 anos nas prisões do regime vietnamita e, da mesma forma que ele, é devoto fervoroso de Santa Terezinha de Lisieux, é outro dos preferidos. Sobretudo, em razão dos “Testemunhos de Esperança”, os exercícios espirituais pregados para João Paulo II.

O célebre cardeal Carlo María Martini, jesuíta como ele, que faleceu no ano passado, figura com os comentários bíblicos de “Palavras para viver” e com “Effatá”, dedicado à comunicação social.

Outro favorito de Francisco é o holandês Henri Nouwen, capelão da Fundação “A Arca” e autor de “A volta do filho pródigo”.

“Caminhos de liberdade”, um livro de fronteira com a autoajuda, é outro dos recomendados por Bergoglio. Seu autor é o beneditino Anselm Grün, um monge especialista em finanças e administração de empresas.

O padre espanhol José Luis Martín Descalzo, falecido em 1991, figura por seu livro “Testamento do pássaro solitário”.

Por fim, Ethel Mannin, autora de “Tarde eu comecei a te amar”, anarquista pacifista inglesa que teve um conhecido romance com Bertrand Russell, um dos mestres do ateísmo.