Questão resolvida? No próximo Sínodo, as mulheres participantes da assembleia terão direito a voto

Foto: Aronold Straub | Unsplash

Mais Lidos

  • Governo Trump retira US$ 11 mi de doações de instituições de caridade católicas após ataque a Leão XIV. Artigo de Christopher Hale

    LER MAIS
  • Procurador da República do MPF em Manaus explica irregularidades e disputas envolvidas no projeto da empresa canadense de fertilizantes, Brazil Potash, em terras indígenas na Amazônia

    Projeto Autazes: “Os Mura não aprovaram nada”. Entrevista especial com Fernando Merloto Soave

    LER MAIS
  • Para o sociólogo, o cenário eleitoral é moldado por um eleitorado exausto, onde o medo e o afeto superam os projetos de nação, enquanto a religiosidade redesenha o mapa do poder

    Brasil, um país suspenso entre a memória do caos e a paralisia das escolhas cansadas. Entrevista especial com Paulo Baía

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

27 Abril 2023

Lendo o documento publicado pela Sala de Imprensa do Vaticano sobre a Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, pode-se deduzir dos textos que explicam duas mudanças que as mulheres terão direito a voto.

A informação é publicada por Il Sismógrafo, 26-04-2023. A tradução é de Luisa Rabolini.

Aqui estão os textos:

1ª alteração

"Os dez clérigos pertencentes aos Institutos de Vida Consagrada, eleitos pelas respetivas organizações representativas dos Superiores Gerais, já não estão presentes. São substituídos por cinco religiosos e cinco religiosas pertencentes a Institutos de Vida Consagrada, eleitos pelas respectivas organizações que representam os Superiores Gerais. Como membros, têm direito a voto."

2ª alteração

"Já não há mais os auditores, mas acrescentam-se outros 70 membros não bispos que representam outros fiéis do Povo de Deus (sacerdotes, pessoas consagradas, diáconos, fiéis leigos) e que vêm das Igrejas locais. São escolhidos pelo Papa de uma lista de 140 pessoas identificadas (e não eleitas) pelos sete Organismos Internacionais das Conferências Episcopais e pela Assembleia dos Patriarcas das Igrejas Católicas Orientais (20 para cada uma destas realidades eclesiais). Pede-se que 50% deles sejam mulheres e que a presença de jovens também seja valorizada. Na sua escolha, leva-se em conta não só sua cultura geral e a sua prudência, mas também os seus conhecimentos, tanto teóricos e como práticos, bem como a sua participação, a vários títulos, no processo sinodal. Como membros, têm direito a voto.
Além disso, para além dos 70 membros não bispos acima mencionados, vale a pena mencionar que também será possível ter membros não bispos entre os membros de nomeação pontifícia."

Leia mais