Idosos suicidas

Foto: Pixabay

Mais Lidos

  • CIA rejeita a guerra de Trump: o Irã pode resistir ao bloqueio de Ormuz por meses

    LER MAIS
  • Na semana do Dia das Mães, a pesquisadora explica como o mercado de trabalho penaliza mulheres chefes de família com filhos e sem cônjuge

    Mães solo e os desafios do cotidiano: dificuldades e vulnerabilidades nos espaços públicos. Entrevista especial com Mariene de Queiroz Ramos

    LER MAIS
  • Padre Josimo: 40 anos depois segue sendo assassinado todo dia. E segue ressuscitando

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

11 Abril 2019

Casas de repouso, centros de conveniência e lares para idosos devem ser locais seguros, supervisionados e com profissionais que prestem atenção à saúde física e mental dos residentes. Mas, após um trabalho de seis meses, jornalistas do Kaiser Health News e da PBS NewsHour concluíram que, nos EUA, centenas de idosos se suicidam a cada ano nesses estabelecimentos. E pesquisas indicam que um terço dos residentes têm pensamentos suicidas.

A informação é publicada por Outra Saúde, 11-04-2019.

Existe um o controverso debate sobre se as pessoas – em qualquer idade – não poderiam fazer uma escolha "racional" em relação à morte, o que se aplicaria eles. Mas a sensação de abandono e falhas na assistência nessas instituições parecem ter um papel importante nas estatísticas. Muitas vezes são dados sinais: moradores dizem às equipes que estão deprimidos, ou solitários, ou que se sentem abandonados pela família, ou que não têm motivos para viver. Familiares apontam que um cuidado melhor poderia evitar as mortes, o que em alguns casos chega a ser confirmado por investigações: após casos de suicídio, lares já foram penalizados por não atenderem aos requisitos das instalações financiadas pelo governo federal.

E, no outro extremo: também nos EUA, o número de crianças e adolescentes dando entrada em emergência e tiveram diagnóstico de ideação suicida ou tentativa de suicídio dobrou entre 2007 e 2015. Mais de 40% desses diagnósticos foram em crianças de 5 a 11 anos.

Leia mais