Assistência farmacêutica em queda livre

Imagem: Panorama Farmacêutico

Mais Lidos

  • O manifesto perturbador da Palantir recebe uma enxurrada de críticas: algo entre o tecnofascismo e um vilão de James Bond

    LER MAIS
  • A socióloga traz um debate importante sobre como as políticas interferem no direito de existir dessas pessoas e o quanto os movimentos feministas importam na luta contra preconceitos e assassinatos

    Feminicídio, lesbocídio e transfeminicídio: a face obscura da extrema-direita que viabiliza a agressão. Entrevista especial com Analba Brazão Teixeira

    LER MAIS
  • ​Economista e jesuíta francês ministra videoconferência nesta terça-feira, 28-04-2026, em evento promovido pela Comissão para Ecologia Integral e Mineração da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com Instituto Humanitas Unisinos – IHU

    Gaël Giraud no IHU: Reabilitar os bens comuns é uma resposta política, social, jurídica e espiritual às crises ecológicas e das democracias

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

20 Março 2019

O Inesc lançou ontem um estudo bem importante pra se entender como a austeridade está minando a assistência farmacêutica – mas nem de longe a indústria ou o consumo de remédios. Depois de grande alta em 2016, no ano seguinte o orçamento federal para programas de acesso a medicamentos caiu 14,4%, muito mais do que a queda geral do orçamento da Saúde, que foi 3% (isso logo após a emenda do Teto dos Gastos).

Mas as vendas das farmacêuticas continuaram de vento em popa e, também em 2017, cresceram 13%. Aliás, em 2021 o Brasil deve se tornar o quinto mercado mundial de medicamentos.

Quando o Outra Saúde conversou com a pesquisadora Evangelina Martich sobre os genéricos, ela observou que a demanda por medicamentos justamente é inelástica, ou seja, as pessoas consomem porque precisam, mesmo que precisem cair na pobreza para continuar comprando.

A informação é de Outra Saúde, 20-03-2019.

Apesar de cortar na assistência, o governo segue com crescentes subsídios ao setor. Que em tese deveriam se converter em preços mais baixos para o consumidor, mas isso não aconteceu. O resumo da ópera é o seguinte: Em 2017 o orçamento para a área caiu R$ 2,8 bilhões e foi para R$ 16,4 bi; o setor farmacêutico teve lucro de R$ 11,3 bi, e os gastos tributários anuais do governo com essa indústria são de R$ 9,5 bi. O documento completo está aqui.

Leia mais