Macri não participará da posse de Bolsonaro

Mauricio Macri | Foto: Elza Fiúza/Agência Brasil

Mais Lidos

  • Comando Vermelho usa drones gigantes para transportar até 20 fuzis FAL ou AR-15 entre favelas no Rio

    LER MAIS
  • Viver em contínuo Pentecostes. Comentário de Adroaldo Palaoro

    LER MAIS
  • “Esse debate se torna ainda mais importante em um ano eleitoral, porque é fundamental assegurar que os resultados positivos no combate à fome sejam preservados, independentemente de qual governo esteja no poder, seja de direita, seja de esquerda ou centro”, afirma o especialista

    "Os dados mostram que o Brasil conseguiu retornar a um nível de insegurança alimentar semelhante ao registrado em 2014, ano em que o país saiu do mapa da fome da ONU". Entrevista especial com Lucas Moura

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Aceleracionismo Amazônico

Edição: 559

Leia mais

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

12 Dezembro 2018

Como na final da Copa Libertadores, com idas e voltas, o presidente Mauricio Macri decidiu que não viajará ao Brasil, no dia 1º de janeiro, para a posse do presidente eleito, Jair Bolsonaro, conforme havia anunciado o chanceler Jorge Faurie. Macri, ao contrário, estenderá suas férias com a família, após a festa de fim de ano, em um lugar da Patagônia, ainda sem confirmar.

A reportagem é publicada por Página/12, 11-12-2018. A tradução é do Cepat.

Embora os dois presidentes tenham mantido várias conversas telefônicas, após a eleição do brasileiro, alguns analistas dividem opiniões sobre a decisão de Macri, entre uma devolução de gentilezas e problemas de indelicadeza. Bolsonaro não escolheu a Argentina para sua primeira viagem fora do país, após ser eleito, nem participou da Cúpula do G-20 em Buenos Aires, apesar dos convites do próprio Macri e do presidente interino do Brasil, Michel Temer.

Por sua vez, Bolsonaro quer transformar sua posse em uma forte investida regional contra o governo chavista na Venezuela, um papel que Macri havia assumido como próprio.

Macri recebeu na Casa Rosada seu par da República de Montenegro, Milo Dukanovic, e aproveitou o 35º aniversário da recuperação democrática para se mostrar com alunos de duas escolas primárias bonaerenses de modo eleitoral.

Leia mais