Papa Francisco no CMI: o rev. Tveit afirma que é um "marco histórico na busca da unidade cristã e cooperação das Igrejas"

Logo da peregrinação ecumênica do papa Francisco | Imagem: Vatican News

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17 Mai 2018

"A grande notícia de um grande evento. A visita do Papa Francisco como peregrinação ecumênica no CMI no ano em que celebramos o 70º aniversário, é um marco histórico na busca da unidade dos cristãos e para a cooperação das Igrejas por um mundo de justiça e paz. Esse encontro abre novos caminhos." As relações entre a Igreja Católica e as Igrejas que são membros do CMI "nunca mais serão as mesmas após esse evento."

A informação é publicada por Servizio di Informazione Religiosa - SIR, 15-05-2018. A tradução é de Luisa Rabolini.

Quem usou esses termos foi o rev. Olav Fykse Tveit, secretário-geral do Conselho Mundial de Igrejas falando sobre a visita que o Papa Francisco fará ao CMI em 26 de junho próximo. Falando na manhã dessa quarta-feira em uma conferência de imprensa que foi realizada na sede do CMI, em Genebra, o rev. Tveit expressou a gratidão das 348 igrejas membros do CMI (representando 560 milhões de cristãos no mundo) "ao papa Francisco por ter aceitado este convite."

Ele acrescentou: "Este evento comunica uma mensagem forte não só para nossas igrejas, mas também para o mundo. A mensagem é que é possível construir relações de confiança e de cooperação em um mundo dividido por conflitos. É possível compartilhar uma visão baseada na fé cristã que nos une e nos torna capazes de fazer muita coisa juntos. Um dos princípios básicos da nossa cooperação ecumênica é fazer juntos tudo o que podemos fazer juntos".

 (Fonte do logo: Vatican News)

O secretário-geral do CMI, em seguida, apresentou o logo da visita papal, um barco em que se destaca uma vela e a palavra "Oikoumene". Isso significa - disse Tveit - que "as igrejas são capazes de estar no mesmo barco, para navegar na mesma água, juntas e com uma clara direção. As ondas que podem ser vistas sob o barco transmitem a impressão de movimento, indicando assim que a busca pela unidade plena das igrejas não é uma meta, mas uma "peregrinação ecumênica".

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