No Brasil jovens de zero a 14 anos de idade na linha de pobreza chegam a 40,2%

Criança. | Foto: Px Here

Mais Lidos

  • Uma (nova) história do deus - Flávio, cristofascista ‘escolhido’ e totalmente crente. Artigo de Fábio Py

    LER MAIS
  • Interesses particulares descolados de apreciação profunda e respeitosa transformaram a cidade em um canteiro de obras que muitas vezes desconsideram o impacto ambiental e social, priorizando apenas o luxo e o lucro. História da cidade está se perdendo

    “Torres e sua natureza estão sendo assaltadas, negligenciadas e transmutadas”. Entrevista especial com Lara Lutzenberger

    LER MAIS
  • A Palantir não vende mais apenas ‘software’: vende uma teoria tecnofascista de governança global

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

11 Agosto 2017

São mais de 17,3 milhões de jovens brasileiros de zero a 14 anos de idade que vivem na linha de pobreza, ou seja, 40,2% da população nessa faixa etária. Os dados são da Fundação Abrinq, com base na PNADP – 2015, a Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílio.

A reportagem é publicada por Rádio USP, 10-08-2017.

As Regiões Norte, com 54%, e Nordeste, com 60,6%, concentram os maiores índices de crianças e adolescentes em situação de pobreza. A Região Sul, com 23,1%, é a que apresenta a melhor situação. Segundo o levantamento, 27% da população brasileira vive com meio salário mínimo por mês.

Os números foram apresentados na semana passada, em Nova York, no Fórum Político de Alto Nível, que reuniu 193 países para discutir os ODS, Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU.

Os dados são chocantes mas já foram piores, segundo o professor Luiz Guilherme Scorzafave, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (Fearp) da USP.

Para ele, os programas emergenciais, como o Bolsa Família, resolvem a situação de forma limitada. “É preciso políticas públicas mais consistentes para reverter esse quadro.”

Escute aqui o áudio na íntegra.

Leia mais