A educação em Locke, Rousseau e Kant

Mais Lidos

  • Lula, sua última eleição e seus demônios. Artigo de Antonio Martins

    LER MAIS
  • Vozes de Emaús: Movimento Fé e Política faz história. Artigo de Frei Betto e Claudio Ribeiro

    LER MAIS
  • Parte do Sul Global, incluindo o Brasil, defende que países desenvolvidos abandonem os combustíveis fósseis primeiro. Para Martí Orta, não há espaço para ritmos nacionais distintos na eliminação de petróleo, gás e carvão. O pesquisador afirma que a abertura de novos projetos de exploração ignora os limites definidos pela ciência

    Cancelar contratos fósseis. Não ‘há tempo’ para transição em diferentes velocidades. Entrevista com Martí Orta

    LER MAIS

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

04 Dezembro 2013

faixa

Esta semana foi publicado a 199ª edição de Cadernos IHU ideias com o texto Uma ideia de educação segundo Kant: uma possível contribuição para o século XXI de autoria de Felipe Bragagnolofilósofo formado pela Universidade de Caxias do Sul - UCS e mestrando na UFSM, e Paulo César Nodari, professor adjunto do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da UCS, sendo doutor em Filosofia pela PUCRS.

Neste artigo, os autores buscam compreender qual o caminho proposto por Immanuel Kant para a educação do ser humano e como o caminho proposto por filósofo dialoga com o contexto contemporâneo, ou seja, como esse modelo de educação fornece argumentos para repensar a nossa maneira de educar. 

177capa 179capa 199capa

(clique nas imagens para obter o arquivo em PDF)

Duas outras edições, coordenadas pelo Prof. Dr. Paulo César Nodari, e publicadas nos Cadernos IHU ideias podem ser consultadas.

177ª edição, com o texto Um caminho de educação para a paz segundo Locke de Odair Camati e Paulo César Nodari que apresenta o pensamento político de John Locke (1632-1704), no que se refere, especialmente, à maneira como ele entende a formação da sociedade civil, e como essa se constitui na garantia para a paz, tendo por base sua principal obra política: Dois Tratados sobre o Governo. Nesta obra, sobretudo, no Segundo Tratado, Locke articula a passagem do estado de natureza, estado de liberdade e igualdade, mas também de incertezas e inconvenientes, para a sociedade civil com a finalidade principal de garantir os direitos naturais do homem. 

179ª edição com o texto Um caminho de educação para a paz segundo Rousseau de Mateus Boldori e Paulo César Nodari:

“A educação para a paz coaduna-se, pois, com o respeito à dignidade da pessoa e à sua liberdade, conforme a educação proposta por Rousseau no Emílio. O pensamento de Rousseau oferece, sem dúvidas, algumas pistas para a efetivação de uma cultura de paz na perspectiva da educação integrada para a paz. O filósofo genebrino mostra principalmente que a paz é fruto de uma educação que procura valorizar o sujeito enquanto tal e de uma sociedade constituída a partir da soberania e da igualdade. Sociedade e educação estão interligadas para o genebrino em uma situação de igualdade, onde todos se sentem protagonistas.”

Todas as edições acima estão disponíveis no sítio do IHU.

Boa leitura!