Eva Perón - 26 de julho

Mais Lidos

  • Banco Master: a reconstrução completa de como uma fraude capturou a República

    LER MAIS
  • A nova ameaça ao Brasil que militares veem lançada pelos Estados Unidos

    LER MAIS
  • Pesquisadora reconstrói a genealogia do ecofascismo e analisa as apropriações autoritárias do pensamento ambiental, desde o evolucionismo do século XIX e o imaginário “ecológico” nazista até suas mutações contemporâneas. Ela examina novas formas de “nacionalismo verde” e explica como a crise climática é instrumentalizada pela extrema-direita para legitimar exclusões, fronteiras e soluções antidemocráticas

    Ecofascistas: genealogias e ideias da extrema-direita "verde". Entrevista com Francesca Santolini

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

26 Julho 2015

Fonte: http://noticiasmontreal.com

Eva Perón morreu de câncer aos 33 anos, em 26 de julho de 1952, no momento em que seu então marido, Juan Domingo Perón, exercia a Presidência e estava no auge de sua força política. Cristina é a quarta presidente peronista depois da morte do fundador da corrente política, mas a primeira que prefere cultuar a memória de sua esposa, relegando Perón a um segundo plano. Chegou a criticá-lo, ao tomar posse em seu segundo mandato.

Eterna, Evita vai ter rosto em notas argentinas

  • A antiga primeira-dama argentina Eva Perón (1919-1952) irá substituir o general e presidente Julio Roca (1843-1914) na nota de 100 pesos, por ordem da presidente Cristina Kirchner, dada ao vivo em um pronunciamento ontem à noite.
  • Evita, sempre um mito duplo
    Às vésperas do 60º aniversário de sua morte, com apenas 33 anos, em 26 de julho de 1952, a frase não podia ser mais atual. Evita permanece viva como ícone nacional e recebe homenagens por toda parte na capital argentina. No marco de sua morte, será realizada uma missa no cemitério da Recoleta. O túmulo de Evita é um dos locais mais visitados pelos turistas.