Recurso Extraordinário de Rafael Braga Vieira chega ao STF

Mais Lidos

  • Centenas de aeronaves americanas prontas para atacar. Forças russas e chinesas estão realizando exercícios com Teerã

    LER MAIS
  • Pesquisadora e autora do livro Capitalismo Gore, lançado recentemente no Brasil, analisa como a violência contra minorias políticas resulta de um embaralhamento entre patriarcado e lucratividade midiática que transforma líderes extremistas em chefes de estado

    O desafio de transcender o ódio, combustível da extrema-direita, para superar a teocracia midiática. Entrevista especial com Sayak Valencia

    LER MAIS
  • Jesuíta Reese sobre Trump: Um desastre para os Estados Unidos e para o mundo inteiro

    LER MAIS

Assine a Newsletter

Receba as notícias e atualizações do Instituto Humanitas Unisinos – IHU em primeira mão. Junte-se a nós!

Conheça nossa Política de Privacidade.

Revista ihu on-line

Natal. A poesia mística do Menino Deus no Brasil profundo

Edição: 558

Leia mais

O veneno automático e infinito do ódio e suas atualizações no século XXI

Edição: 557

Leia mais

Um caleidoscópio chamado Rio Grande do Sul

Edição: 556

Leia mais

Por: Cesar Sanson | 26 Junho 2015

O recurso extraordinário interposto pelo Instituto de Defensores de Direitos Humanos contra o Acórdão da Terceira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, que confirmou a condenação de Rafael Braga Vieira em primeira instância pela suposta prática do crime de porte de material explosivo, finalmente começa a ser processado no Supremo Tribunal Federal.

A reportagem é do portal do Instituto de Defensores de Direitos Humanos, 23-06-2015.

Distribuído ao Ministro Luiz Fux, que agora passa a ser seu relator, o recurso dirigido à Suprema Corte, órgão competente para o julgamento em última instância de causas que versem sobre violações à Constituição Federal, o recurso pede o reconhecimento das afrontas a diversos postulados constitucionais na condenação injustamente imposta a Rafael, como os primados da legalidade, da lesividade, da dignidade da pessoa humana, da presunção de inocência, da proporcionalidade e da ampla defesa.

Desde sua prisão, que completou dois anos no último sábado (20 de junho), uma grande campanha pela liberdade de Rafael Braga Vieira tem mobilizado movimentos sociais, coletivos e pessoas em todo o Brasil contra esta absurda condenação.

A manutenção da condenação de Rafael, injusta e arbitrária, tem revelado muito mais do que um erro por parte dos desembargadores, mas a reafirmação de um padrão de criminalização, que encontra em jovens negros e pobres seu alvo preferencial. O Supremo Tribunal Federal tem a possibilidade de começar a reverter esse quadro.