Lula retorna ao Brasil e convoca reunião urgente para discutir crise de segurança no Rio

Foto: Ricardo Stuckert / PR

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29 Outubro 2025

Presidente se reúne nesta quarta (29) com ministros e diretor da PF para definir medidas de apoio ao governo fluminense após megaoperação que deixou dezenas de mortos.

A reportagem é de Gustavo Kaye, publicada por Agenda do Poder, 28-10-2025.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva desembarcou na noite desta terça-feira (28) em Brasília, após uma viagem de oito dias pela Ásia. Logo após o retorno, ele convocou uma reunião emergencial para a manhã desta quarta (29) com os ministros Rui Costa (Casa Civil), Jorge Messias (Advocacia-Geral da União), Ricardo Lewandowski (Justiça) e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O objetivo é discutir as ações que o governo federal poderá adotar para reforçar a segurança pública no Rio de Janeiro.

Crise no Rio mobiliza governo federal

A reunião será decisiva para definir o tipo de suporte que o governo federal oferecerá ao estado, incluindo recursos logísticos, equipamentos, efetivo e ações de inteligência. Segundo fontes do Planalto, a intenção é coordenar uma resposta integrada à crise fluminense, que ganhou novas proporções após a megaoperação policial desta semana.

Governador Cláudio Castro participará do encontro

Inicialmente, o plano era que Rui Costa, Lewandowski e Andrei Rodrigues viajassem ao Rio para se reunir com o governador Cláudio Castro. No entanto, a agenda foi alterada, e Castro deverá vir a Brasília para participar pessoalmente da reunião com Lula e sua equipe. O encontro foi proposto ainda nesta terça durante uma reunião no Palácio do Planalto, em meio à crescente pressão por medidas eficazes contra o avanço da violência no estado.

Contexto da crise

A convocação ocorre após uma das operações mais letais já realizadas no Rio de Janeiro, que mobilizou cerca de 2.500 agentes e resultou na prisão de integrantes ligados ao Comando Vermelho. O episódio reacendeu o debate sobre a política de segurança pública e levou o governo federal a antecipar discussões sobre possíveis medidas de apoio ao estado.

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